De Vitor Birner
Colaboração Leandro Iamin
Palmeiras 1×1 Santos
Jogo ruim, cheio de erros de passe e posicionamento, em especial no primeiro tempo, quando o Palestra fez 1×0 com Obina.
Jorginho, improvisado na função de treinador, optou pelo óbvio. Wendell na direita, 2 zagueiros, Armero na esquerda, Pierre e Souza de volantes, Cleiton Xavier a frente deles com incumbências defensivas e de criação, Diego Souza encostado nos atacantes Willians e Obina.
A proposta de jogar com a bola funcionou.
Já a disposição tática do time de Vagner Mancini foi deplorável antes do intervalo.
Fazia tempo que não via algo tão simplório e mal feito.
Os 3 homens de frente, Madson e Neymar bem abertos, e Kléber Pereira centralizado, tinham Paulo Ganso bem perto.
Distante deles estavam os volantes Souto e Brum. Atrás, outra linha de 4 com Vágner Diniz, Fabão, Domingos e Pará. Recuado, a idéia era atrair o Palmeiras e contra-golpear. Não deu certo. Os buracos entre os compartimentos facilitaram a vida palmeirense. O Peixe também errou passes demais .O Alviverde foi superior até o intervalo.
Com Robson na vaga de Neymar e Paulo Ganso na criação mais bem colocado em campo, o Santos cresceu na etapa complementar. Foi a vez dos anfitriões falharam bastante nos contra-ataques.
E do Alvinegro de Vila Belmiro empatar com Robson.
Fluminense 0×0 Flamengo
Outra partida que deixou a desejar.
O Fluminense foi melhor no primeiro tempo e o Rubro-Negro no segundo.
As estrelas Fred e Adriano não brilharam.
Ao contrário, pecaram nas poucas oportunidades de balançar as redes.
Na etapa complementar, quando seu time era melhor, Cuca atendeu os pedidos do torcedor e colocou Pet, aos 33, na vaga de Everton.
Não surtiu bom resultado.
O clássico e seus protagonistas dececionaram.
Vitória 4×1 Santo André
Não se deixe enganar pelo placar. O jogo foi duro para ambos.
O primeiro tempo foi oxo, Os times acharam o caminho do gol na etapa complementar.
O garoto Elkeson, aposta de Carpegiani na vaga do experiente Ramon, abriu o placar.
Marcelinho Carioca desperdiçou a chance do empate. Cobrou pênalti, aos 33, na trave.
Um minuto depois, uelinton, impedido, fez 2×0.
Foi quando o Ramalhão se lançou ao ataque,
Roger fez o terceiro antes de Moraes diminuir. O mesmo Roger, de pênalti, fez o quarto.
Internacional 3×0 Coritiba
Bolaños fez os 3 gols do jogo, todos no segundo tempo.
Tite escalou reservas, apenas Lauro e Álvaro dos titulares começaram, e viu o Coixa dar bastante trabalho nos primeiros 45 minutos.
Os goleiros Vanderlei e Lauro foram os destaques. Salvaram seus times.
Após o intervalo, brilhou a estrela do equatoriano.
O atleta que não conseguiu jogar no Santos tem qualidade, balançou 3 vezes as redes.. Se conseguir repetir em Porto Alegre o futebol demonstrado na LDU, será outro bom reforço para o Internacional.
Sport 3×1 Grêmio
O Leão ganhou porque finalizou melhor e acabou com 11 em campo.
Jonas fez o gol gremista, porem desperdiçou boas chances e foi expulso.
O cartão vermelho tolo dele aos 33, após Autuori modificar o Grêmio do 3-5-2 para o 4-4-2 aos 25 do segundo tempo, desequilibrou o duelo que estava empatado em 1×1.
Aos 39 e 43 minutos o Sport marcou os gols que garantiram os 3 pontos e a fuga da zona do rebaixamento.
Elder Granja e Fumagalli, destaque do Leão, balançaram as redes..
Atlético PR 1×0 Corinthians
Jogo fraco tecnicamente.
O Furacão, invicto sob o comando de Waldemar Lemos, parou o ataque da equipe reserva corintiana.
Paulo Baier ganhou liberdade por conta da ausência Marcinho. Ele e Wesley deram trabalho. Foram protagonistas, o primeiro pela cobrança e o segundo por ter sofrido a falta, na jogada do gol
Do outro lado, Marcelinho e Moraes não se entenderam com Souza. E nem com Otacílio Neto que entrou na etapa complementar na vaga de Marcinho.
Dava para cobrar a vitória de um time apenas.
Exatamente o que atuou em casa e com os titulares.
Botafogo 1×4 Goiás
Os Esmeraldinos sobraram em pleno Engenhão.
Vitor, na direita, Júlio César, na esquerda, mais Iarley e Felipe avançados tiraram proveito dos erros individuais e coletivos do Botafogo. E não foram poucos.
Os anfitriões estavam perdidos. Falhas de Juninho, Fahel, Léo Silva, Emerson, Lúcio Flávio e companheiros, além da letargia da equipe que acaba a rodada na lanterna receberam xingamentos dos torcedores. Em especial Lúcio Flávio. Até Zé Roberto, cotado para voltar ao clube, sofreu com a ira dos Alvinegros.
Barueri 4×2 Atlético MG
A equipe da Grande São Paulo virou algoz dos mineiros.
Após derrotar o Cruzeiro no Mineirão, recebeu o então líder invicto do brasileirão e partiu para cima. Começou pressionando sem temor.
Abriu 2×0 ainda na etapa inicial. Aranha, goleiro do Galo, errou no segundo gol.
Depois da má apresentação nos 45 minutos iniciais, os visitantes cresceram.
Renê que não fora exigido até então passou a trabalhar.
O Atlético chegou a empatar em 2 penalidades bem cobradas por Diego Tardelli.
A primeira realmente bateu na mão de Xandão, mas tenho dúvidas. A outra não aconteceu. Errou o árbitro Pericles Pegado Cortez.
O empate fez o Barueri voltara a atacar.
Aos 39 e 40 minutos, Thiago Humberto e Marcos Pimentel balançaram as redes e garantiram os 3 pontos.
Celso Roth reclamou da arbitragem. E sem razão.
Cruzeiro 1×0 Avaí
O mistão montado por Adilson Batista, cheio de jovens, atuou para menos de 3500 pessoas e venceu.
Jogo duro, equilibrado, resolvido na cobrança de pênalti de Zé Carlos aos 41 minutos da etapa inicial.
No segundo tempo os visitantes pressionaram, porem as falhas nas finalizações foram decisivas para a terceira derrota da equipe de Silas no brasileirão.