Ricardo Marques Ribeiro, boa sorte

30 Jun

Geral

De Vitor Birner

O mineiro apitará a final da Copa do Brasil

Ele é árbitro FIFA

A falta de experiência em partidas decisivas e tensas, cuidou de poucas, depõe contra Ricardo.

Por outro lado rodei horas na net atrás de críticas contra ele e não encontrei muitas.

Não existe apitador imune aos erros, ainda mais no meio do tiroteio dos cartolas.

O Internacional com vídeo e dossiê mostra erros favoráveis ao Corinthians, além de questionar a arbitragem do jogo de ida no Pacaembu, o Alvinegro rebate com nota oficial…

A situação é complicada.

A experiência talvez fosse útil, mas nem de perto é garantia da diminuição das falhas.

Basta lembrar quantas vezes você foi ao campo desconfiado da competência de Carlos Eugênio Simon, Márcio Rezende de Freitas, Arnaldo César Coelho, José Roberto Wright e outros usulamente escolhidos para decisões quando tinham bastante rodagem. 

O problema é que qualquer falha normal de Ricardo será tratada pelos desconfiados como algo pré-determinado.

Ele sabe disso.

A inexperiência, se o apitador tropeçar, será ressaltada nas críticas, mesmo se nada tiver com as gafes.

Imagino que Ricardo Marques Ribeiro considerou um privilégio a escolha.

Resta saber se continuará pensando assim depois do jogo.

Boa sorte!

Curiosidades.

Separei algumas reportagens com polêmicas sobre jogos arbitrados por Ricardo Marques Ribeiro nos últimos tempos.

Ano passado foi suspenso pela comissão de arbitragem porque falhou nas questões disciplinares em Coritiba 2X0 Palmeiras (globoesporte.com)

http://globoesporte.globo.com/Esportes/Noticias/Times/Palmeiras/0,,MUL468272-9872,00DIRETORIA+ALVIVERDE+ELOGIA+SERGIO+CORREA+PELA+PUNICAO+AO+ARBITRO+MINEIRO.html

Figueirense reclamou dele (diario catarinense)

http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default.jsp?uf=2&local=18§ion=Esportes&newsID=a2096831.htm

Santos 3×3 Goiás (terra)

http://esportes.terra.com.br/futebol/brasileiro/2009/interna/0,,OI3770727-EI13759,00-Goias+reage+e+empata+em+gols+com+Santos+na+Vila.html

Escrito por Vitor Birner às 1:01 Vitor Birner 23 Comentários

“Apodos” - 1

30 Jun

Birnadas

De Vitor Birner e Leandro Iamin.

Apodos em castelhano e apelidos em português.

Os hermanos são bem mais criativos e liberais com eles.

Noto que despertam grande curiosidade dos fãs brasileiros de futebol.

Por isso listamos vários.

Até agora temos 54 só de times. Há equipes que muita gente nunca ouviu falar, porem com histórias curiosas.

Não sabemos, é claro, a origem de todos apelidos, mas pesquisar é parte de nosso trabalho.

Quem tiver curiosidade sobre algum especificamente, por favor avise.

Este post é o primeiro de vários outros chamados “Apodos”.

Misturaremos quase sempre 3 times de tamanhos diferentes enquanto não se esgotarem as possibilidades de grandes, médios e pequenos.

Depois trataremos dos jogadores (a lista é muuuuuuito maior que a dos clubes)

Por ser o de estréia, a escolha das equipes foi especial.

Escolhemos, na verdade escolhi, o Leandro é “vítima”, 2 gigantes.

O primeiro e maior time argentino, como não poderia deixar de ser, é o Chacarita Jrs (he! he! he!) que foi vice-campeão na segundona e voltou à primeira divisão.

Na sequência está o Boca, maior campeão continental, que um dia fugiu do Chacarita Jrs.

O terceiro é o campeão da segundona, o Atlético Tucumán, que estreará na principal divisão. 

 Espero que goste.

Aviso: Há palavrões nos vídeos abaixo. Quando se fala de torcida no estádio, seja na América do Sul ou Europa, eles sempre aparecem.  

Chacarita Juniors - “Los Funebreros”

O “Chaca” foi fundado num dia 1º de maio, dentro de um comitê socialista, e a maioria dos empregados que participaram do comitê trabalhavam no cemitério local. Isso explica o apodo “Os fúnebres”. As cores do time fazem igual relação a esses funcionários.

Eles pintaram deliberadamente o cemitério de vermelho e preto, porém, como um padre da igreja local reclamou, resolveram colocar uma faixa branca nas pinturas, entre as faixas coloridas. Dessa forma, a pintura ficou semelhante ao uniforme reserva do São Paulo. E virou a roupa de Los Funebreros.

O Chacarita foi campeão argentino em 69. Terceiro lugar em 71. Seus maiores rivais são o Atlanta, e também o Boca Juniors. A rivalidade com o Boca é difícil de imaginar no Brasil, posto que são times de escalões distintos.

Um exemplo forte e agressivo dessa rivalidade ocorreu em 2004, num ato que ficou conhecido como “Dia del ausente”.

No ano anterior, as hinchadas de Chaca e Boca brigaram feio na Bombonera, um dos episódios mais violentos que se tem registro. No ano seguinte, outra briga entre as torcidas, em jogo em Mar Del Plata. Pouco depois, em jogo pelo Clausura, os dois times iam se ver no campo do Chaca.

A Polícia, ao concluir absoluta falta de segurança, comunicou a AFA que cancelou o jogo. Mas a barra funebrera foi ao estádio, num ato simbólico de afronta ao rival “ausente”.

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Boca Juniors - Los “Xeneizes” / Los “Bosteros”

A apelido Xeneize tem origem genovesa. No caso, Xeneize significa Genovês, ou navegante genovês.

No bairro de La Boca moravam muitos genoveses trabalhadores, daí o apelido. Esses genoveses tinham moradias humildes, o bairro do Boca é pobre, sempre foi, e, quando inundava após alguma forte chuva, subia o odor dos esgotos da região. Daí nasce o apelido Los Bosteros, feitos pelos rivais, que diziam que os “bosteros” da região jogavam seus lixos no esgoto, no rio, e tudo isso voltava para a casa deles.

O Boca é o mais vencedor time da Argentina, contando 3 Mundiais, seis Libertadores, duas Sulamericanas, mais Recopa, Supercopa e 29 campeonatos argentinos entre épocas amadora e profissional.

No vídeo, o visual de quem está dentro da Bombonera.

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Atlético Tucumán - “Los Decanos”

O Atlético Tucumán é conhecido como El Decano por uma razão simples, mas polêmica. Eles se consideram o time mais antigo do país, ignorando o fato do Quilmes ter nascido em 1887. o Tucumán nasceu em 1902, mas, ainda assim, consideram-se os decanos do futebol argentino, já que não consideram os primeiros anos do Quilmes como válidos.

Seu maior rival é o time da mesma província, o San Martín de Tucumán, que veste vermelho. A melhor posição de Los Decanos havia sido em 1990, quando perderam a decisão e o então inédito acesso. Mas, enfim, o Tucumán é, hoje, ao lado do Chacarita, integrante da elite. Conseguiram o acesso para a temporada 09/10.

No vídeo, a torcida do Atlético Tucumán recebe os jogadores de forma emocionante.

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Escrito por Vitor Birner às 0:59 Vitor Birner 38 Comentários

Perdeu o CBN Esporte Clube?

30 Jun

Fotos, Tecnologia

De Coca

Acontece direto comigo.

Muitas vezes não consigo sair a tempo do trabalho para escutar o programa.

Mas de hoje em diante,  o CBN Esporte Clube está disponível aqui no blog.

Apenas o último, pois quando Juca e Birner fazem outro, pouco depois o antigo é substituído.

O player para você escutar está na lateral do blog.

O destaque fica logo abaixo do espaço de publicidade e acima do Radinho de Pilha.

É um jeito de levarmos um pouco o clima do programa aqui para dentro do Blog!

Quem quiser conhecer a página do programa no site da CBN clique aqui.

Mais fotos aqui

Escrito por Coca às 0:11 Coca 26 Comentários

30 de junho: Santo André e Seleção Brasileira campeões.

30 Jun

Copa do Brasil, Copa do Mundo, Seleção Brasileira

De Vitor Birner e José Renato Sátiro Santiago Jr.

Felipão e Péricles Chamusca comandaram.

Ronaldo e Sandro Gaúcho se destacaram

O favorito e a zebra comemoraram.

Noutros 30 de junho, o Santo André e a seleção brasileira tiveram dias marcantes.

A família Scolari foi penta.

E o Ramalhão ganhou sua Copa do Mundo em pleno Maracanã lotado.

José Renato relembra

De José Renato Sátiro Santiago Junior

2002

 escudo por Luiz Fernando Bindi

Logo em sua primeira participação em Copa do Brasil, o Santo André conquistou o título.

Na estréia goleou o Novo Horizonte de Goiás e se classificou sem a necessidade do jogo de volta.

Na Segunda Fase, frente ao Atlético Mineiro, o Santo André começou a colocar “as manguinhas para fora” com uma goleada de 3 a 0 em casa e uma derrota por 2 a 0 no Mineirão..

Pelas Oitavas, houve 2 empates frente ao Guarani, 1 a 1 e 0 a 0. Foi adiante por causa do gol marcado gol fora de casa.

Pelas Quartas de Finais a zebra reapareceu. Após empatar por 3×3 em casa, a equipe do ABC conseguiu o 4 a 4 em pleno Parque Antarctica.

Nas Semifinais, diante do XV de Novembro de Campo Bom, mesmo como mandante, o Santo André perdeu o jogo de ida  por 4 a 3.  Parecia que o sonho estava se distante, contudo fora de casa conseguiu vencer a zebra gaúcha por 3 a 1 e ficou com a vaga na final.

Mano Menezes era o treinador dos gaúchos.

Contra o Flamengo, o Ramalhão não pôde mandar seu jogo em Santo André. Atuou no Parque Antarctica e empatou por 2 a 2.

E conseguiu o ”Maracanazo” e o título

Eis a ficha técnica

Flamengo 0×2 Santo André  

Local: Estádio Maracanã;

Árbitro: Carlos Eugenio Simon;

Público: 71.988;

Gols: Sandro Gaúcho aos 7′ e Elvis aos 22′ do Segundo Tempo;

Flamengo: Júlio César, Reginaldo Araújo, André Bahia, Fabiano Eller e Roger (Athirson); Da Silva, Douglas (Negreiros), Ibson e Felipe; Jean e Robson (Jonatas). Técnico: Abel Braga

Santo André: Júlio César, Dedimar, Alex e Gabriel; Nelsinho (Da Guia), Dirceu, Ramalho (Ronaldo); Elvis e Romerito (Dodo); Osmar e Sandro Gaúcho. Técnico: Péricles Chamusca

2006

 escudo por Luiz Fernando Bindi

A campanha nas eliminatórias foi sofrível. Pela primeira vez o Brasil teve 4 técnicos no período.

Mas a  Seleção Brasileira, sob o comando de Luiz Felipe Scolari, conquistou o Pentacampeonato Mundial.

Foram 7 vitória em 7 jogos com 100% de Aproveitamento.

Eis a campanha brasileira:

Primeira Fase

Dia 03 de junho de 2002

Brasil 2 x 1 Turquia

Gols: Hasan Sas aos 46′ do Primeiro Tempo; Ronaldo aos 4′e Rivaldo aos 42′ do Segundo Tempo

Dia 08 de junho de 2002

Brasil 4 x 0 China

Gols: Roberto Carlos aos 14′, Ronaldo aos 31′, Ronaldinho Gaúcho aos 45′ do Primeiro Tempo; Ronaldo aos 9′ do Segundo Tempo

Dia 13 de junho de 2002

Brasil 5 x 2 Costa Rica

Gols: Ronaldo aos 9′ e aos 12′, Edmílson aos 37′ e Wanchope as 38′do Primeiro Tempo; Gomes aos 10′, Rivaldo aos 16′ e Junior aos 18′ do Segundo Tempo.

Oitavas de Finais

Dia 17 de junho de 2002

Brasil 1 x 0 Bélgica

Gols: Rivaldo aos 21′ e Ronaldo aos 41′ do Segundo Tempo

Quartas de Finais

Dia 21 de junho de 2002

Brasil 2 x 1 Inglaterra

Gols: Owen aos 22′ e Rivaldo aos 46′ do Primeiro Tempo; Ronaldinho Gaúcho aos 4′ do Segundo Tempo

Semifinais

Dia 26 de junho de 2002

Brasil 1 x 0 Turquia

Gol: Ronaldo aos 3′do Segundo Tempo

Eis a ficha técnica da Final

Dia 30 de junho de 2002

Brasil 2 x 0 Alemanha

Local: Estádio Internacional (Yokohama, Japão)

Juiz: Pierluigi Colina (Itália)

Público: 69.029 pagantes

Gols: Ronaldo aos 21′ e aos 33′do Segundo Tempo

Brasil: Marcos, Lúcio, Edmílson, Roque Júnior, Cafu, Gilberto Silva, Kléberson, Ronaldinho Gaúcho, depois Juninho Paulista, Roberto Carlos, Rivaldo e Ronaldo, depois Denílson. Técnico: Luiz Felipe Scolari.

Alemanha: Kahn, Linke, Ramelow, Metzelder, Frings, Hamann, Jeremies, depois Asamoah, Schneider, Bode, depois Ziege, Neuville e Klose, depois Bierhoff. Técnico: Rudi Voller.

Escrito por Vitor Birner às 0:00 Vitor Birner 4 Comentários

Aplausos para quem merece

29 Jun

Birnadas, Seleção Brasileira

De Vitor Birner

Quem insiste nas críticas pesadas ao Dunga peca.

O treinador da seleção, um ano antes da Copa do Mundo, tem base de equipe, padrão de jogo e elenco reformulado.

Podemos discutir como melhorá-lo ou se seguiu pelo melhor caminho.

Mas acho injusto negar a boa qualiadde do.

Os críticos da escolha não erraram.

Dunga não era a melhor opção, pois sequer merecia ser chamado de técnico de futebol.

Falhou muito,  fato normal e previsível  diante da inexperiência, chegou a errar a leitura tática do adversário numa partida contra o Chile, porem tal qual quando atleta se manteve firme, trabalhou, melhorou e montou equipe com a sua cara.

O Brasil é guerreiro! Parece estar livre da insuportável mistura de soberba, apatia e gordura de 2006.

Ouço dizer que em 2005 também foi campeão da Copa das Confederações e depois fez papelão no mundial

Ninguém é capaz de advinhar como o Brasil atuará na África do Sul, e também faço coro sobre a irrelevância da conquista nesta competição.

Porem não repetirá aquela coisa medonha de 2006.

Na Alemanha, atletas consagrados, campeões, alguns deles desinteressados, e outros vivendo como se estivessem nos bastidores de grande produção hollywoodiana ou simplesmente preocupados com a meia, vestiram a camisa da seleção.

Sem esquecer, por justiça, que vários têm local cativo na galeria dos grandes campeões do país, pois prestaram ao nosso futebol beeeeeem mais serviços bons que ruins.

O atual elenco escolhido por Dunga precisa provar que pode ser campeão mundial pelo Brasil. Esta noutro patamar.

 O comandante do Brasil terá mais 1 ano para fazer os acertos antes da Copa.

Necessita resolver o dilema da lateral-esquerda.

Precisará e irá, creio, evoluir ainda mais como treinador.

O mês junto com os atletas às vésperas do Mundial ajudará a apurar o trabalho.

O bom uso desse tempo será outro obstáculo para o técnico Dunga.

Entretanto quem gosta da seleção deveria “fechar” com ele e equipe.

Eles merecem ao menos enquanto mostrarem respeito à camisa gloriosa. 

Vamos aplaudir o Dunga. Está na hora. É mérito dele

O aplauso ainda não é tão intenso quanto o dedicado aos grandes técnicos campeões, todavia se justifica pelos acertos de Dunga.

Sejamos justos.    

Ou precisará ser campeão para receber elogios? 

Escrito por Vitor Birner às 17:32 Vitor Birner 42 Comentários

Rodada 8

29 Jun

Brasileirão

De Vitor Birner

Colaboração Leandro Iamin

Palmeiras 1×1 Santos

Jogo ruim, cheio de erros de passe e posicionamento, em especial no primeiro tempo, quando o Palestra fez 1×0 com Obina.

Jorginho, improvisado na função de treinador, optou pelo óbvio. Wendell na direita, 2 zagueiros, Armero na esquerda, Pierre e Souza de volantes, Cleiton Xavier a frente deles com incumbências defensivas e de criação, Diego Souza encostado nos atacantes Willians e Obina.

A proposta de jogar com a bola funcionou.

Já a disposição tática do time de Vagner Mancini foi deplorável antes do intervalo.

Fazia tempo que não via algo tão simplório e mal feito.

Os 3 homens de frente, Madson e Neymar bem abertos, e Kléber Pereira centralizado, tinham Paulo Ganso bem perto.

Distante deles estavam os volantes Souto e Brum. Atrás, outra linha de 4 com Vágner Diniz, Fabão, Domingos e Pará. Recuado, a idéia era atrair o Palmeiras e contra-golpear. Não deu certo. Os buracos entre os compartimentos facilitaram a vida palmeirense. O Peixe também errou passes demais .O Alviverde foi superior até o intervalo.

Com Robson na vaga de Neymar e Paulo Ganso na criação mais bem colocado em campo, o Santos cresceu na etapa complementar. Foi a vez dos anfitriões falharam bastante nos contra-ataques.

E do Alvinegro de Vila Belmiro empatar com Robson.

Fluminense 0×0 Flamengo

Outra partida que deixou a desejar.

O Fluminense foi melhor no primeiro tempo e o Rubro-Negro no segundo.

As estrelas Fred e Adriano não brilharam.

Ao contrário, pecaram nas poucas oportunidades de balançar as redes.

Na etapa complementar, quando seu time era melhor, Cuca atendeu os pedidos do torcedor e colocou Pet, aos 33, na vaga de Everton.

Não surtiu bom resultado.

O clássico e seus protagonistas dececionaram.

Vitória 4×1 Santo André

Não se deixe enganar pelo placar. O jogo foi duro para ambos.

O primeiro tempo foi oxo, Os times acharam o caminho do gol na etapa complementar.

O garoto Elkeson, aposta de Carpegiani na vaga do experiente Ramon, abriu o placar.

Marcelinho Carioca desperdiçou a chance do empate. Cobrou pênalti, aos 33, na trave.

Um minuto depois, uelinton, impedido, fez 2×0.

Foi quando o Ramalhão se lançou ao ataque,

Roger fez o terceiro antes de Moraes diminuir. O mesmo Roger, de pênalti, fez o quarto.

Internacional 3×0 Coritiba

Bolaños fez os 3 gols do jogo, todos no segundo tempo.

Tite escalou reservas, apenas Lauro e Álvaro dos titulares começaram, e viu o Coixa dar bastante trabalho nos primeiros 45 minutos.

Os goleiros Vanderlei e Lauro foram os destaques. Salvaram seus times.

Após o intervalo, brilhou a estrela do equatoriano.

O atleta que não conseguiu jogar no Santos tem qualidade, balançou 3 vezes as redes.. Se conseguir repetir em Porto Alegre o futebol demonstrado na LDU, será outro bom reforço para o Internacional.

Sport 3×1 Grêmio

O Leão ganhou porque finalizou melhor e acabou com 11 em campo.

Jonas fez o gol gremista, porem desperdiçou boas chances e foi expulso.

O cartão vermelho tolo dele aos 33, após Autuori modificar o Grêmio do 3-5-2 para o 4-4-2 aos 25 do segundo tempo, desequilibrou o duelo que estava empatado em 1×1.

Aos 39 e 43 minutos o Sport marcou os gols que garantiram os 3 pontos e a fuga da zona do rebaixamento.

Elder Granja e Fumagalli, destaque do Leão, balançaram as redes..

Atlético PR 1×0 Corinthians

Jogo fraco tecnicamente.

O Furacão, invicto sob o comando de Waldemar Lemos, parou o ataque da equipe reserva corintiana.

Paulo Baier ganhou liberdade por conta da ausência Marcinho. Ele e Wesley deram trabalho. Foram protagonistas, o primeiro pela cobrança e o segundo por ter sofrido a falta, na jogada do gol

Do outro lado, Marcelinho e Moraes não se entenderam com Souza. E nem com Otacílio Neto que entrou na etapa complementar na vaga de Marcinho.

Dava para cobrar a vitória de um time apenas.

Exatamente o que atuou em casa e com os titulares.

Botafogo 1×4 Goiás

Os Esmeraldinos sobraram em pleno Engenhão.

Vitor, na direita, Júlio César, na esquerda, mais Iarley e Felipe avançados tiraram proveito dos erros individuais e coletivos do Botafogo. E não foram poucos.

Os anfitriões estavam perdidos. Falhas de Juninho, Fahel, Léo Silva, Emerson, Lúcio Flávio e companheiros, além da letargia da equipe que acaba a rodada na lanterna receberam xingamentos dos torcedores. Em especial Lúcio Flávio. Até Zé Roberto, cotado para voltar ao clube, sofreu com a ira dos Alvinegros.

Barueri 4×2 Atlético MG

A equipe da Grande São Paulo virou algoz dos mineiros.

Após derrotar o Cruzeiro no Mineirão, recebeu o então líder invicto do brasileirão e partiu para cima. Começou pressionando sem temor.

Abriu 2×0 ainda na etapa inicial. Aranha, goleiro do Galo, errou no segundo gol.

Depois da má apresentação nos 45 minutos iniciais, os visitantes cresceram.

Renê que não fora exigido até então passou a trabalhar.

O Atlético chegou a empatar em 2 penalidades bem cobradas por Diego Tardelli.

A primeira realmente bateu na mão de Xandão, mas tenho dúvidas. A outra não aconteceu. Errou o árbitro Pericles Pegado Cortez.

O empate fez o Barueri voltara a atacar.

Aos 39 e 40 minutos, Thiago Humberto e Marcos Pimentel balançaram as redes e garantiram os 3 pontos.

Celso Roth reclamou da arbitragem. E sem razão.

Cruzeiro 1×0 Avaí

O mistão montado por Adilson Batista, cheio de jovens, atuou para menos de 3500 pessoas e venceu.

Jogo duro, equilibrado, resolvido na cobrança de pênalti de Zé Carlos aos 41 minutos da etapa inicial.

No segundo tempo os visitantes pressionaram, porem as falhas nas finalizações foram decisivas para a terceira derrota da equipe de Silas no brasileirão.

Escrito por Vitor Birner às 1:43 Vitor Birner 20 Comentários

Outro São Paulo na estréia de Ricardo Gomes

29 Jun

Análise de jogos, Birnadas

De Vitor Birner

Logo na primeira partida Ricardo Gomes deixou claro as pretensões de mudanças na forma do São Paulo atuar.

Quer ver a bola mais tempo no chão.

O time tentou e não decepcionou.

Criou oportunidades como raramente havia conseguido

Com a gorduchinha rolando, de dentro da área, e em bom número.

Se Washington e Borges tivessem finalizado com mais competência, o São Paulo teria feito mais 2 ou 3 gols.

Poderia ter sofrido 1,2 ou 3 também.

A equipe ficou exposta aos contragolpes e não levou nenhum porque os profissionais do Timbu sofreram do mesmo mal da dupla de atacantes anfitriã.

Só por isso Denis escapou de sentir o desagradável sabor de buscar a dita cuja grudada na rede.

Algumas coisas devem ser levadas em consideração.

O novo treinador modifica o jeito do time atuar.

Não acabará com o vício dos cruzamentos do dia para a noite.

Nem acertará o sistema defensivo tão rapidamente.

Muricy deixou o time desunido, desequilibrado, com futebol feio.

Gastava 7, 8, 9 meses para arrumar a equipe.

O mínimo que o são-paulino coerente e fã de Muricy fará é apoiá-lo da mesma forma como fez com o antecessor.

Entretanto há a chance, pela forma como atua, de ganhar e perder por diferença de gols maior.

Goleadas pesam bastante, tanto contra quanto a favor de quem trabalha sob desconfiança de muita gente.

Dupla de ataque

O novo jeito do São Paulo atuar não exige o pivô de área. Dá para jogar ou com Borges, ou com Washington.

Eles, no sábado, não formaram uma dupla.

Especificamente sobre o jogo diante do Timbu.

A vitória e riscos corridos foram possíveis graças á fragilidade do rival, ainda perdido, em especial no sistema defensivo. Talvez diante de time mais eficaz no contra-ataque e defesa melhor o custo pelos erros fosse cobrado.

Márcio Bittencourt costuma armar boas defesas.

O tri defensivo, volante e zagueiros, teve Jean Rolt, Renato Silva e Eduardo Costa. Com André Dias e Miranda, e talvez com Zé Luís que não deseja atuar na direita e pode brigar com Eduardo Costa pela vaga, ou ainda Jean, funcionasse melhor.

O primeiro gol foi muricyano.

Fazer gols de cabeça é mérito.

Todavia tentar marcá-los apenas assim ou de fora da área quando as possibilidades são maiores é pecado.

O São Paulo mereceu a vitória.

No player abaixo você pode ouvir os gritos de Ricardo Gomes durante o jogo. O som captado pela equipe técnica da CBN durante a conversa na transmissão é claro. 

Enquanto o narrador Marcelo Gomes e o comentarista Paulo Passos conversavam, Ricardo Gomes pede para o São Paulo “jogar pelo chão”.

O chefe de reportagem do esporte do Sistema Globo de Rádio, André Sanches, do estúdio, onde cuidava do chat e preparava o pós jogo que ele mesmo apresentou, falou o óbvio.

Confira.   

Escrito por Vitor Birner às 1:42 Vitor Birner 71 Comentários

Beluzzo explica.

29 Jun

Geral

De Vitor Birner

No player você pode ouvir a entrevista do presidente palmeirense quando chegou, ontem, no Palestra Itália.

Ele explica a demissão de Luxa, a saída de Keirrison, as mudanças necessárias na relação com a Traffic, como é o acordo…

Vale a pena você escutar a entrevista antes de seguir na leitura do post.

Quero acrescentar alguns detalhes à fala de Luiz Gonzaga Beluzzo.

Queda de Luxa

Acho que a quebra de hierarquia não foi a única razão da demissão de Luxemburgo.

Beluzzo diz que não houve outros motivos.

Mas se o trabalho fosse bom e o gasto com o treinador rendesse em campo o esperado, acredito que não cairia.

Para ser mais direto, caso a equipe jogasse muita bola e estivesse na semifinal da Libertadores, o discurso de Luxa não terminaria com bilhete azul.

Concordei com a decisão. Nem precisava da polêmica para demiti-lo.

Renegociação da relação com a Traffic

As mudanças também não são simples.

Desde o início sabíamos que a empresa pretendia usar o Palmeiras para valorizar seus atletas.

Se eles não tiverem o espaço que desejam, a empresa procurará outro parceiro, pois interessados não faltam.

Tal qual disse Beluzzo, “o Palmeiras tem peso muito grande no cenário esportivo, maior que as empresas ligadas a ele.”

Concordo!!!!!!!

Porem, na prática, manda quem tem a grana, ou no caso, o atleta, mais que o dono da vitrine.

Complicado

A saída de Luxa pode ter sido estratégica.

A Traffic gostava do ex-comandante.

Agora a cartolagem palmeirense tem a oportunidade de colocar um treinador sem apreço ou vínculo afetivo com a Traffic.

Desconfio que na empresa não gostarão disso, caso realmente ocorra.

Há outros detalhes mais na esclarecedora entrevista.

Escrito por Vitor Birner às 1:41 Vitor Birner 7 Comentários

Com a cara de Dunga!

29 Jun

Birnadas, Curiosidades, Seleção Brasileira

De Vitor Birner

A vitória brasileira teve a cara do treinador.

A seleção montada por ele é guerreira, obstinada, não desiste.

Quem quiser reclamar da qualidade do futebol no primeiro tempo tem direito.

Mas não vale questionar se houve empenho ou não.

Os americanos fizeram bela etapa inicial.

Neutralizaram o ataque brasileiro, tiraram proveito da bobeira no gol de abertura e encaixaram lindo e veloz contragolpe no outro.

Mereceram a vitória nos 45 minutos.

Após o intervalo, só deu Brasil.

Marcou 4 gols, porem apenas 3 foram reconhecidos pelo trio de arbitragem.

O apitador e o auxiliar não viram o gol de Kaká.

Dois guerreiros, Luís Fabiano e Lúcio, balançaram as redes.

Fabuloso fez os do empate. O zagueiro, criticado injustamente desde os tempos de Internacional, marcou o da virada.

Prêmio para o capitão, Fabuloso, Dunga e toda raçuda seleção brasileira.

O texto abaixo é de José Renato. Ele relembra as outras finais brasileiras nesta competição. 

De José Renato Sátiro Santiago Junior

O Brasil disputou a final da Copa das Confederações em três oportunidades.

A primeira, em 1997, quando goleou a Seleção da Austrália por 6 a 0 em partida disputada em Riad na Arábia Saudita.

Naquela oportunidade, a dupla RO RO (Ronaldo e Romário) marcou todos os gols. Cada RO fez 3.

Participaram daquela edição também as seleções da República Checa, Uruguai, Emirados Árabes, África do Sul, México e Arábia Saudita.

Em 1999, o Brasil perdeu a final para o México por 4 a 3 na Cidade do México.

Também participara dessa edição os selecionados da Alemanha, Estados Unidos, Bolívia, Egito, Arábia Saudita e Nova Zelândia.

Por fim, em 2005, na última edição, o Brasil conquistou o segundo título de forma incontestável após uma memorável vitória de 4 a 1 frente o seu grande rival, a Seleção da Argentina.

Eis a ficha técnica:

Brasil 4×1 Argentina

Data: 29 de junho de 2005

Local: Waldstation (Frankfurt)

Público: 45.591

Árbitro: Lubos Michel (Eslováquia)

Gols: Adriano aos 11′, Kaká aos 16′ do Primeiro Tempo; Ronaldinho Gaúcho aos 2′, Adriano aos 18′e Pablo Aimar aos 20′do Segundo Tempo.

Brasil: Dida, Cicinho, depois Maiicon, Lúcio, Roque Júnior e Gilberto; Émerson, Zé Roberto, Kaká, depois Renato e Ronaldinho Gaúcho; Robinho, depois Juninho Pernambucano e Adriano. Técnico: Carlos Alberto Parreira

Argentina: Germán Lux, Coloccini, Placente, Heinze e Zanetti; Cambiasso, depois Pablo Aimar, Bernardi, Riquelme e Sorín; Delgado, depois Galletti e Figueroa, depois Tevez. Técnico: José Peckerman.

Também participaram daquela competição, Alemanha, Grécia, México, Tunísia, Austrália e Japão.

Escrito por Vitor Birner às 0:01 Vitor Birner 17 Comentários

29 de Junho de 1958 - Brasil Campeão Mundial

29 Jun

Copa do Mundo, Seleção Brasileira

De José Renato Sátiro Santiago Junior

 escudo por Luiz Fernando Bindi

O Mundo conheceu o Brasil.

Finalmente campeões Mundial

Tenho muito pouco a dizer sobre o nosso primeiro título mundial.

Entendo que tudo já foi dito.

.Todos nós, fãs do bom futebol, devemos apenas manter a memória desta conquista espetacular.

Primeira Fase

Dia 08 de junho de 1958

Brasil 3 x 0 Áustria

Gols: Mazzola aos 38′, Nilton Santos aos 49′e Mazzola aos 89′

Dia 11 de junho de 1958

Brasil 0 x 0 Inglaterra

Obs. Primeiro 0×0 na história das Copas do Mundo

Dia 15 de junho de 1958

Brasil 2 x 0 União Soviética

Gols: Vavá aos 3′e aos 76′

Obs. Estréia de Pelé e Garrincha

Quartas de Finais

Dia 19 de junho de 1958

Brasil 1 x 0 País de Gales

Gol: Pelé aos 70′

Semifinais

Dia 24 de junho de 1958

Brasil 5 x 2 França

Gols: Vavá aos 2′, Fontaine aos 9′, Didi aos 39′, Pelé aos 52′, 64′ e 75′ e Piantoni aos 83′

Eis a ficha técnica da Final

29 de junho de 1958

Brasil 5 x 2 Suécia

Local: Estádio Rasunda Solna ( Estocolmo, Suécia)

Juiz: Maurice Guigue (França)

Público: 49.800 pagantes

Gols: Liedholm aos 3′, Vavá aos 9′ e 32′, Pelé aos 55′, Zagallo aos 68′, Simonsson aos 80′ e Pelé aos 90′

Brasil: Gilmar, Djalma Santos, Bellini, Orlando, Nilton Santos, Zito, Didi, Garrincha, Vavá, Pelé e Zagallo. Técnico: Vicente Feola

Suécia: Svensson, Bergmark, Axbom, Reino Borjesson, Gustavsson, Parling, Hamrin, Gren, Simonsson, Liedholm e Skoglund. Técnico: George Raynor (Inglaterra)

Escrito por José Renato às 0:00 José Renato Nenhum Comentário

Dividida por Muricy

28 Jun

De primeira

DeVitor Birner

Muricy Ramalho gosta muito de trabalhar onde se sente bem.

Talvez isso pese pra ele mais que dinheiro.

Em alta, hoje pode escolher.

Claro que a regra só é essa porque tem propostas milionárias.

Dos clubes brasileiros, o Inter seria a melhor casa, acho, do ponto de vista de Muricy.

Conhece do porteiro ao presidente.  

Ciente disso, a cartolagem palestrina tenta resolver logo a situação. Jantou com ele durante a última semana.

Precisa contratá-lo até quarta-feira. 

A “urgência”, além das necessidades internas,  é por causa da decisão da Copa do Brasil.

A perda do título em casa, mais o futebol colorado abaixo da qualidade do elenco, dão motivos para os dirigentes do Inter escancararem as portas ao Muricy.

Outro fator de peso é o filho de Muricy. Ele quer continuar morando em São Paulo.

Isso pode fazer a diferença na decisão do treinador.  

Escrito por Vitor Birner às 18:33 Vitor Birner 18 Comentários

Opositores banidos

28 Jun

Política

De Vitor Birner 

Todos os domingos, das 9h às 12h, a CBN transmite o CBN Esportes.

O programa tem reportagens e entrevistas de várias modalidades esportivas.

Fala de futebol também, porem não é a prioridade.

O apresentador titular é Carlos Eduardo Eboli.

Escutei hoje interessante entrevista sobre a intolerância política do atual regime iraniano que acabou com a exclusão definitiva de 4 atletas da seleção. Eles não são eleitores do atual presidente Mahmoud Ahmadinejad. São da oposição.

Nesta semana, eles foram banidos pelo governo e pela Federação Iraniana de Futebol porque usaram pulseiras verdes, símbolo dos oposicionistas, durante uma partida contra a Coreia do Sul, há duas semanas, pelas eliminatórias asiáticas para a Copa do Mundo.

A FIFA pediu esclarecimentos à Federação sobre o caso e ainda não recebeu nenhuma resposta.

O entrevistador é Andre Sanches que substituiu Eboli e apresentou o CBN Esportes nesse domingo.

O entrevistado é Bernardo Kocher, professor de história contemporânea da Universidade Federal Fluminense.

O link abaixo é da página do programa onde você pode escutar outras entrevistas e reportagens veículadas hoje.

Recomendo.

http://cbn.globoradio.globo.com/programas/cbn-esportes/CBN-ESPORTES.htm

Escrito por Vitor Birner às 15:46 Vitor Birner 5 Comentários

Limites

28 Jun

Geral

De Vitor Birner

Não aprovo comentários com acusações sem provas, agressões verbais e outros.

Assim como xingamentos entre os leitores.

Provocar é uma coisa. Dar porrada com maldade, insultar outra.

De vez em quando escapa algum no meio da correria.

Se necessário são retirados.

A internet oferece vários lugares para quem deseja se manifestar com liberdade e desrespeito.

Escrito por Vitor Birner às 15:45 Vitor Birner 6 Comentários

Lição de “vida”

28 Jun

Fora do esporte

De Vitor Birner

A morte de Michael Jackson deixou sua arte como herança.

E a vida dele repetiu o óbvio exemplo deixado por outros.

Mostrou que sucesso e felicidade não estão necessariamente unidos.

Sempre é bom refletir sobre o que fazemos com nossas vidas.

Em especial se puder mudá-la para melhor.

Não sei se era o caso de Michael Jackson.

Escrito por Vitor Birner às 15:44 Vitor Birner 14 Comentários

Cai Luxemburgo.

27 Jun

Birnadas

De Vitor Birner

Perdão pela frase, mas “leia” a gota d´água;

O Keirrison não falou comigo, não apareceu para treinar. Não concretizando (a venda para o Barcelona) e eu estando no Palmeiras, ele não joga. Faltou um pouco de respeito comigo e com os companheiros dele. Fiquei sabendo só através de um telefonema. Que bote em outro lugar ou mande embora do Palmeiras”.

O discurso do treinador na entrevista de hoje pôs a última pá de cal nessa passagem de Luxa pelo Alviverde.

Não achava que iria cair.

Usualmente falava como se fosse quem manda no futebol do clube, extrapolava as funções de treinador, escalou mal a equipe várias vezes, insistiu com alguns atleta pedidos por ele e que pouco produziram, deu aulas de jornalismo nas coletivas, e agora definiu que se emparrasse a negociação de Keirrison o centroavante deveria ser mandado embora.

Lembro também que o Palmeiras reduz seus gastos e Luxa é caríssimo.

E acima de tudo, o custo benefício é ruim.

Um paulistinha em 1 ano em meio.

A Traffic tem contratado as maiores revelações do Brasil e colocado no Palmeiras.

Não falta investimento na equipe.

Em suma, não compensou o investimento.

No fim do post há dois posts.

O primeiro é do PVC, de 18 de junho. Ele compara os investimentos de Palmeiras e Corinthians em suas comissões técnicas.

O outro é do blog do Luxa, onde anunciou que foi demitido.

E o futuro? 

Agora as portas estão escancaradas para Muricy que além do apreço de Beluzzo, tem mais amigos no clube, um deles é influente conselheiro, eles são bem chegados, costumam jantar sempre numa tradicional cantina napolitana do bairro de Higienópolis, bairro paulistano.

O clube, caso realmente queira Muricy, precisa ser rápido, pois o treinador pode receber propostas do Catar ou de clubes brasileiros,

Outro nome que agrada a cartolagem Alviverde é Dorival Júnior, mas ele está empregado e envolvido no projeto do Vasco.

Vamos aguardar.

Do blog do PVC

Em um ano e meio, Palmeiras gastou R$ 4,5 milhões a mais do que Corinthians com salário do técnico

De Paulo Vinicius Coelho

Mano Menezes e Vanderlei Luxemburgo assumiram seus postos de trabalho no mesmo mês de janeiro de 2008. De lá para cá, têm números de títulos semelhantes - um Paulista para cada um, a Série B para Mano Menezes. A grande diferença mesmo está no custo.

Durante os 12 meses de 2008, Luxemburgo recebia 240 mil reais a mais do que o treinador corintiano. Nos seis meses de 2009, a diferença subiu para 280 mil reais. Isso significa que em um ano e meio o Palmeiras gastou 4,5 milhões reais a mais do que o Corinthians a mais apenas com o salário do treinador.

Nesse período, o Palmeiras contratou 32 jogadores, dois a menos do que o Corinthians. Abaixo, você vê as listas de reforços (eventualmente ajuda a lembrar de outros) e compara a qualidade de cada contratação:

PALMEIRAS - 2008/2009 - CONTRATAÇÕES

Henrique, Élder Granja, Jéci, Léo Lima, Jumar, Sandro Silva, Lenny, Denílson, Alex Mineiro, Jorge Preá, Diego Souza, Kléber, Fabinho Capixaba, Jéferson, Gladstone, Maicosuel, Evandro, Thiago Cunha, Roque Júnior, Maurício Ramos, Danilo, Cleiton Xavier, Willams, Marquinhos, Keirrison, Armero, Edmílson, Marcão, Souza, Ortigoza, Obina e Mozart

CORINTHIANS - 2008/2009 - CONTRATAÇÕES

Chicão, William, André Santos, Perdigão, Alessandro, Acosta, Marcel, Héverton, Bóvio, Herrera, Fabinho, Lima, Diogo Rincón, Crisitan Suárez, Eduardo Ramos, Wellington Saci, Elias, Dênis, Careca, Douglas, Morais, Bebeto, Otacílio Neto, Rafinha, Jean, Túlio, Souza, Diogo, Cristian, Escudero, Jorge Henrique, Ronaldo, Jucilei, Marcinho

Fonte: clique aqui

Do blog do Luxa

27/06/2009

Minha saída do Palmeiras

Acabei de sair de uma reunião onde fui demitido do cargo de técnico da Sociedade Esportiva Palmeiras. O motivo alegado pela diretoria foi por eu ter quebrado a hierarquia do clube. Foi quando eu decalrei que por falta de profissionalismo e de respeito a mim e ao elenco por parte do atleta Keirrison, que ele, comigo como técnico, não jogaria mais no Palmeiras.

Quero registrar meu agradecimento pela oportunidade que tive em dirigir mais uma vez o clube, e em breve, farei aqui, no meu blog, uma análise da minha trajetória no SEP.

Escrito por Vanderlei Luxemburgo às 00h44

http://luxemburgo.blog.uol.com.br/

Escrito por Vitor Birner às 5:43 Vitor Birner 48 Comentários