Equipes Brasileiras nas Finais da Libertadores: Atlético Paranaense
De José Renato Sátiro Santiago Jr.
O Fluminense é a décima primeira equipe brasileira a chegar a uma final de Taça Libertadores da América.
Nas 49 edições, incluindo a de 2008, os brasileiros estiveram presentes em 25 finais.
Em duas oportunidades - 2005 e 2006 - a final foi 100% brasileira: São Paulo x Atlético Paranaense e Internacional x São Paulo.
Cinco equipes conquistaram o título em sua primeira final disputada: Cruzeiro, Flamengo, Grêmio, Santos e Vasco da Gama.
As outras 5 foram derrotadas: Atlético Paranaense, Internacional, Palmeiras, São Caetano e São Paulo.
Hoje, o Fluminense irá “desempatar” este 5 x 5
Entre os dez finalistas, apenas Atlético Paranaense e São Caetano não tem o troféu da Libertadores.
Com 3 participações em Taças Libertadores, o Atlético Paranaense chegou na final, em 2005, na última participação.
Após uma campanha irregular na Primeira Fase, os paranaenses atropelaram, pela ordem, Cerro Porteño, Santos e o Chivas.
Nas finais, diante do São Paulo, a primeira entre equipes de um mesmo país, o Atlético não pôde jogar na Arena da Baixada.
O regulamento exigia estádio com capacidade para 40 mil peossoas.
Até hoje, dirigentes atleticanos acusam o São Paulo de ter pressionado a Conmebol.
O primeiro jogo da decisão foi no Beira Rio, em Porto Alegre, e acabou 1 a 1, com gols de Aloísio para o Atlético e de Durval (contra) para o São Paulo.
Eis a ficha técnica da partida final:
São Paulo 4 x 0 Atlético Paranaense
Data: 16/07/2005
Juiz: Horácio Elizondo (Argentina)
Público: 71.986
Gols: Amoroso aos 16′do Primeiro Tempo; Fabão aos 7′, Luizão aos 25′e Diego Tardelli aos 45′do Segundo Tempo.
São Paulo: Rogério Ceni, Fabão, Lugano e Alex; Cicinho, Mineiro, Josué, Danilo e Júnior, depois Fábio Santos; Amoroso, depois Diego Tardelli e Luizão, depois Souza. Técnico: Paulo Autuori.
Atlético Paranaense: Diego, Jancarlos, Danilo, Durval e Marcão, depois Rodrigo; Cocito, André Rocha, depois Alan Bahia, Fabrício e Evandro; Lima, depois Fernandinho, e Aloísio. Técnico: Antônio Lopes.



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A decisão foi no dia 14 de julho de 2005, uma quinta-feira.
Comentário de Conrado — 07/02/08 @ 0:38
Grato Conrado…como pude cometer este erro?….um grande abraço
Comentário de José Renato — 07/02/08 @ 19:56
Éca!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Cusp, cusp, cusp!!!!
rs*
beijos, Zé Renato!
d.
Comentário de deborah — 07/02/08 @ 1:12
vc sumiu???? um beijo
Comentário de José Renato — 07/02/08 @ 19:56
Se tivessemos jogado na arena e era possivel devido a construção das arquibancadas tubulares que atingira assim a capacidade de pagantes e liberadas pelo corpo de bombeiros no prazo previsto, o Atletico teria conquistado o titulo da Copa Libertadores daquele ano mas não foi possivel devido a mais umas de muitas manobras dos dirigentes do São Paulo para o jogo não ser na baixada.
Comentário de Eduardo — 07/02/08 @ 1:43
Sem dúvida… o Atlético Paranaense teria vencido o primeiro jogo por 5 x 0 e ao perder por 4 a 0 a segunda, conquistaria o título (sic)…aliás se o Atlético voltar a uma final de Libertadores, com o estádio que tem hoje, não disputaria a final em seu estádio…um abraço
Comentário de José Renato — 07/02/08 @ 19:58
Desde aquele tempo o SPFC ja tinha medo de jogar na casa dos adversários… lamentável…
Comentário de Erick Medeiros — 07/02/08 @ 8:42
medo??? vc realmente sabe do que está falando???
Comentário de José Renato — 07/02/08 @ 20:02
Desde sempre o SPFC com manobras escusas…
Comentário de Álvaro Costa — 07/02/08 @ 14:42
Seguir o regulamento agora é manobra escusa???
Comentário de José Renato — 07/02/08 @ 20:03
Caramba, tem até pitoniza por aqui: “Se tivessemos jogado na arena…o Atletico teria conquistado o titulo da Copa Libertadores daquele…”
Me diz aí, quando o Corinthians vai ser campeão da Libertadores e quando vou ganhar na Mega Sena, por favor.
Tenha dó, São Paulo era muito superior, tanto é que atropelou o Atlético.
E valeu Zé Renato, já que na parte do Sâo Paulo vc mostrou o vice-campeonato, compensou agora.
Comentário de Rafael Mussi — 07/02/08 @ 16:21
Na verdade a série mostrou a primeira final de Libertadores disputada por cada time brasileiro…um abraço
Comentário de José Renato — 07/02/08 @ 19:59
HAHAHAHAHA, era só o que me faltava, ver o choro de torcedores rivais, mas se explica, a dor-de-cotvelo é latente…
Convém lembrar que esses mesmos dirigentes do Atlético-PR que acusam o São Paulo de ter pressionado a Conmebol de vetar a ‘LEGO ARENA’, são os mesmos que assinaram embaixo o regulamento e deram aval a essa norma.
Lembrem-se, o Atlético só foi p/ a Final porque o Parreira convocou meio time do Santos para a Copa das Confederações.
Abraço, Zé Renato
Comentário de Carlos Henrique — 07/02/08 @ 17:15
é verdade..ainda teve esta da Copa das Confederações…um abraço
Comentário de José Renato — 07/02/08 @ 20:02
A inveja evidenciada em alguns comentários é comovente…
Comentário de Max Trimundial — 07/02/08 @ 17:25
um abraço…
Comentário de José Renato — 07/02/08 @ 20:00
Oi, Zé.
Ando meio sumida mesmo.
Primeiro que meu Paraná, na situação deplorável na qual se encontra, me deixa meio deprimida (rs). Depois, que tenho trabalhado muito mesmo e não tenho conseguido acompanhar os blogs como gostaria.
Mas, mesmo que não me manifestando com freqüência, sempre passo por aqui para te ver. ;o)
beijo,
d.
Comentário de deborah — 07/02/08 @ 22:03
Apareça mais vezes…um beijo
Comentário de José Renato — 07/06/08 @ 20:59
Prezados Zé Renato e Birner,
No ano seguinte, pela Sulamericana, o Pachuca - que eliminou o CAP nas semifinais - pôde jogar a final da Sulamericana em casa, mesmo com seu estádio tendo capacidade para pouco menos de 38.000 pessoas, e o regulamento é o mesmo da Libertadores (capacidade mínima de 40 mil).
Em 2005, o coritiba informou à Comenbol que o Couto Pereira só tinha capacidade para 37.800 presentes e a Comenbol (sem verificar a veracidade da informação) desistiu de indicar tal campo para o mando do Furacão no 1º jogo da final contra o SPFC.
Já em 2007, em seu último jogo em casa pela segundona, o coxinha anunciou um público total de mais de 40 mil pagantes.
Por fim, vale lembrar que alguns dos estádios da EURO-2008 têm capacidade para menos de 40.000 pessoas (alguns 32 e 35 mil).
Por sua vez, o Santo André, por ter vencido a Copa do Brasil, disputou a libertadores com estádio com arquibancadas tubulares e a Comenbol permitiu, ao contrário do que fez com o Atlético em 2005, que tinha construído as arquibancadas tubulares para completar a tal capacidade de 40 mil.
Fica evidente, portanto, que foi a pressão política do São Paulo foi o que tirou o jogo de Curitiba em 2005.
Abraço,
e DÁ-LHE, FURACÃO!!!!!!!!!!
Comentário de Neto — 07/03/08 @ 9:20
A verdade é que nem mesmo os próprio dirigentes atleticanos acreditavam nesta possibilidade de ir para a final…e então faltou planejamento…o resto é simples choro de perdedor…um abraço
Comentário de José Renato — 07/06/08 @ 21:00
Nada como não ter memória e ver só o fim da história.
O Atlético Paranaense só chegou a final por acidente. Era um time caricato, para não dizer “patético”. A chagada na final caiu do céu. Chegou a perder um jogo de 4×0, em casa, na primeira fase. Desclassificou o Santos porque este estava desfalcado de meio time nos dois jogos e no jogo de volta, como sempre, teve um “mãozinha” do Carlos Eugenio Simon na Vila (tanto que por conta disso o São Paulo não quis juiz brasileiro na final). Passou pelo Chivas Guadalajara porque este jogou com apenas 5 titulares em Curitiba (o México também estava na Copa das Confederações) e no jogo de volta além de ter que reverter esse placar, o Chivas jogou sem Bautista, seu melhor jogador, pois ele estava contundido. Lembro que o Chivas, com o time completo, fez o favor de tirar o Boca Juniors, em jogo memorável no México, da frente do Atlético e, quiçá, do São Paulo.
Comentário de Régis — 07/03/08 @ 10:18
um abraço…José Renato
Comentário de José Renato — 07/06/08 @ 21:00