Não sei se adianta.
De Vitor Birner
Treinar cobranças de pênaltis.
O Boca Juniors, o grande papão de títulos continentais desde 2000, na era Carlos Bianchi, não fazia trabalho específico para os pênaltis. E ganhava sempre, até perder a decisão da Libertadores para o Once Caldas, em 2004.
De qualquer maneira, na dúvida, eu faria treinos específicos para esse tipo de situação.
Abaixo, para relembrar, escrevi todas resultados boquenses em partidas definidas nos pênaltis desde 2000. As sete primeiras aconteceram sob o comando de Bianchi.
2000 – Boca Juniors 4×2 Palmeiras – Final da Libertadores
2001 - Boca Juniors 3×2 Palmeiras – Semifinal da Libertadores
2001 – Boca juniors 3×1 Cruz Azul – Final da Libertadores
2003 - Boca Juniors 3×1 Milan – Final do Mundial
2004 - Boca Juniors 4×3 São Caetano – Quartas-de-finais da Libertadores
2004 - Boca Juniors 5×4 River Plate – Semifinais da Libertadores
2004 – Boca Juniors 0×2 Once Caldas – Final da Libertadores
2004 - Boca Juniors 4×1 San Lorenzo – Fase Preliminar da Copa Sul-Americana
2004 – Boca Juniors 8×7 Cerro Porteño - Quartas-de-finais da Copa Sul-Americana
2005 - Boca Juniors 4×3 Pumas – Decisão da Copa Sul-Americana
2006 – Boca Juniors 1×3 Nacional – Oitavas-de-finais da Copa Sul-Americana



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Big Birner,
Acho que o fator psicológico no penalti é mais importante do que a capacidade técnica do jogador em bater o penalti. O que conta é mais a cabeça.
Você já deve ter batido penalti em uma pelada. Você já sentiu aquela sensação do gol diminuir e o goleiro aumentar de tamanho quando você se sente pressionado por qualquer motivo na pelada (por uma gozação dos colegas ou mesmo quando quer virar o jogo). Pois é, imagine você batendo penalti, em um jogo oficial, valendo um títuolo, valendo dinheiro, aumento salarial, oportunidades profissionais melhores e com milhões de pessoas olhando. Certamente dá um frio na barriga.
Nestas horas é melhor ser como o Garrincha, desligado, tratava todos os seus marcadores do mesmo jeito, todos como “João”.
Abraços,
Comentário de José R. Albuquerque — 07/02/08 @ 8:02
Cabeça e boa condição física. Concordo, o gol diminui. Cobrei, uma vez, numa decisão de futebol de salão, no colegial, um pênalti. Lembre que a bola era pequena e pesada. Detalhes: estava com dois dedos quebrados e era decisivo. Dei uma porrada e marquei o gol. AS dor, na hora, não importava. Era um campeonato da escola!!!!
Abraço!
Comentário de Vitor Birner — 07/02/08 @ 18:39
PERDEU PRO ONCE CALDAS PQ ERRO AS 4 PENALIDADES DE TIVESSE CONVERTIDO OS 4 PENALTIS TERIA SIDO CAMPÉAO PQ O ABBONDANZIERI O SEU GOLEIRO BIRNER ELE PEGO 2 PENALTI NESSA FINAL DO VALENTIERRA E DO ORTEGON
Comentário de CAIO FC — 07/02/08 @ 8:50
QUAL DOS GOLEIROS QUE ESTIVERAO NO BOCA BIRNER QUAL ERA MELHOR DOS 3 OSCAR CORDOBA COLOMBIANO ABBONDANZIERI OU O MAURICO CARANTA ATUAL?
Comentário de CAIO FC — 07/02/08 @ 9:57
Cordoba.
Abraço!
Comentário de Vitor Birner — 07/02/08 @ 18:39
CARO BINER,
SE O BOCA NÃO TREINAVA, LHE PERGUNTO: OS OUTROS TIMES TREINARAM PARA BATER AS PENALIDADES?
RESPOSTA: BEM PROVÁVEL QUE NÃO.
COM TREINAMENTO ATÉ PERNA DE PAU BATE PENALTI MELHOR QUE UM CRAQUE.
Abraços, Edson
Comentário de Edson — 07/02/08 @ 16:44
Alguns sim, outros não. Eu não tenho certeza se melhora o desempenho. Como escreveu José R. Alburquerque na primeira resposta desse post, a cabeça pesa mais que o treino.
Abraço!
Comentário de Vitor Birner — 07/02/08 @ 18:41
DESAFIO!
MISTER BINER, FIZ UM COMENTÁRIO SOBRE TREINAR PENALIDADES.
POIS DEU NO QUE DEU, DE 4 TENTATIVAS
O FLU PERDEU 3.
PELO O QUE EU LI, HOUVE UM PEQUENO TREINAMENTO, PORÉM CADA JOGADOR BATIA DUAS OU 3 VEZES. ISSO NÃO É TREINAR. TREINAR É REPETIR VARIAS VEZES, EXAUSTIVAMENTE.
ABS, EDSON
PS. FALTA DE AVISO NAO FOI, POIS O FLUMINENSE PERDEU ALGUNS PENALTIS RECENTEMENTE NO BRASILEIRO.
Comentário de EDSON — 07/03/08 @ 1:12
Infelizmente, em 1977 o Cruzeiro perdeu o bi da Libertadores para o Boca, nos penaltes. Wanderley “atrasou” a última cobrança. Concordo que pesa sim, cabeça e boas condições físicas. Mas, (comentei em outro post), os brasileiros têm o hábito de se distanciar apenas uns dois passos da bola, permanecendo dentro da área, enquanto os estrangeiros normalmente saem da área antes da cobrança. Influi muito na força do chute, evitando atrasar a bola para o goleiro.
Comentário de Jairo Fernando — 07/03/08 @ 22:43