Pouco para Pelé

11 Mar

Geral

Por Rui Branquinho

Copa de 2014 no Brasil sem Pelé como embaixador, figura principal ou qualquer outro cargo é no mínimo ridículo.

Isso todo mundo sabe.

Basta ver como repercutiu a ausência dele no dia do anúncio oficial.

Munido de tal peso, o Edson poderia tê-lo usado para fazer da organização dessa Copa algo inquestionável no futuro.

Começaria exigindo um cargo de fato com responsabilidades e poderes.

Para não terminar 2014 tendo sido apenas um abre-alas.

Escrito por Rui Branquinho às 0:33 Rui Branquinho

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3 Comentários »

Você é aquele cara que disse que a torcida do Sao Paulo é maior que a do Flamengo? Bem, vamos analisar sua capacidade de análise. Bye.

Comentário de Raja — 03/11/08 @ 10:28

 

Rui, não gosto nadinha da posição em que está colocado o Rei Pelé, quanto à Copa 2014. Mas você não acha que o cacife dos “homens” é grande e eles relegariam Sua Majestade a plano “nenhum”, se não se dobrasse ao “stablishment”?
Já há vários antecedentes que, a mim, deixaram indignado.
Péle deveria ser tratado como a uma imagem sagrada. Saudado, venerado, enaltecido. e talvez, mantido calado.
Jamais desafiado, diminuído. Sobretudo pela corruptela oficial.

Comentário de Luiz Antonio — 03/11/08 @ 13:57

 

Você tem razão que é pouco para o Pelé. Mas, convenhamos, será que o fato dele ter sido o maior jogador do mundo lhe dá capacidade adminstrativa para participar da gestão de uma copa do mundo? Creio que isso deveria ficar na mão de pessoas qualificadas para tal. Nem políticos, nem esportistas, muito menos dirigentes.

Comentário de Cássio — 03/13/08 @ 19:28

 

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