A arbitragem e a arbitragem brasileira

31 Jan

Birnadas

 De Vitor Birner

Muricy falou disso na entrevista coletiva, ontem, após a vitória por 3×1 diante do Rio Claro.

Como já conversei sobre om tema com alguns jogadores e jornalistas que concordam, aproveito para continuar tocando a bola  que o treinador levantou com você.

O futebol brasileiro está chatinho. Não me digam que aqui é desleal. Lá fora eles jogam duro! Os árbitros que apitam tudo aqui”, disse.

É isso.

Existe a arbitragem e a arbitragem brasileira.

Isso é ridículo.

O cara, aqui, apita tudo para se defender e estraga a partida.

É a arbitragem política.

Pior é que o mesmo sujeito, quando vai trabalhar na Libertadores e na Copa do Mundo, adota outros critérios para soprar aquele troço.

Deixo algumas sugestões.

Profissionalização dos árbitros e desvinculação total da CBF e Federações Estaduais.

Os homens e mulheres do apito devem ser preparados em cursos especiais nas melhores faculdades de educação física públicas. As mesmas devem vender o serviço de seus funcionários aos interessados.

Que eles fiquem longe dos cartolas. Ajudará a não se acostumar com algumas coisas. Diminuirá a pressão política indireta.

Pense: ao invés de frequentarem as Federações, viverão no ambiente competitivo com as devidas cobranças, onde as qualidades física e técnica são mais importantes que amizades e jogos de interesse.

Não tenho esperança de melhora com as pessoas que hoje administram o esporte.

Escrito por Vitor Birner às 4:08 Vitor Birner

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79 Comentários »

A arbitagem brasileira é chata para cacete, toda faltinha eles param o jogo, já na libertadores é diferente e na europa. Eles deveriam apitar jogos de volei, lá não tem contato físico e também não tem zagueiro ruim que perde a bola no alto e reclama falta.

Comentário de ricadoni — 01/31/08 @ 6:09

Concordo!!!!

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 14:57

 
 

Pq faculdades públicas necessariamente??? Nao existem boas faculdades de ed. fisica privadas no Brasil? Que preconceito….

Comentário de Telveny — 01/31/08 @ 6:10

Há, mas o futebol é de interesse público e as particulares boas lucram o bastante. A minha idéia é pegar o dinheiro arrrecadado no futebol e investir na universidade.

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 14:59

 
 

Vitor, concordo inteiramente que o amadorismo é a raiz de tudo isso. Mas será que o fato de aqui existir a excrescência da figura do “comentarista da arbitragem” na televisão não contribui para isso também? Não assisti muitos jogos nas tvs de outros países, mas tenho a impressão de que, na cobertura jornalística da maioria dos países, a arbitragem e seus eventuais erros não ganhem tantas manchetes. Aqui, com os ex-árbitros comentando jogos ao vivo e, na maioria das vezes, tendo até mais importância do que o comentarista tático do jogo, fica aberto esse clima de superexposição da arbitragem, cujos erros e críticas, o árbitro teme e procura evitar com a conduta punitiva em exceço. Um abraço

Comentário de fernando camina — 01/31/08 @ 6:46

Eu não gosto da figura do comentarista de arbitragem. Não todos, mas grande parte é composta por defensores de árbitros. Não podemos esquecer que o brasileiro convive com a corrupção com rara complacência, mas quando mexem com o time de coração, o que se suporta dos políticos, não se aguenta dos árbitros. vai entender!!!!!

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 15:04

 
 

Olá Birner, muito coerente seu comentário. Outro dia escrevi aqui o que penso a respeito. Os árbitros são muito ruins tecnicamente e se escondem atrás da máxima de que “o árbitro é a autoridade máxima” e fazem grandes besteiras, apoiadas pelos comentaristas que também eram maus árbitros e hoje e que os que apitam façam tudo que eles não faziam quando apitavam. Aquele Wright é uma grande piada de mau gosto.
Acho que poderíamos acrescentar a tudo isso que você propôs, mais um ítem que poderia minimizar muito os erros de “interpretação”…a utilização dos meios tecnológicos para eliminar dúvidas. Talvez uma forma de fazer a experiência seria fazer como nos jogos de tênis, onde cada jogador tem o direito de desafiar a decisão do árbitro um determinado númer de vezes por set. Transportando para o futebol, cada time teria o direito de questionar 2 lances em cada tempo, e as imagens ajudariam a “interpretar” o que aconteceu.
Mas concordo com você que enquanto estes dirigentes que estão aí forem os comandantes do futebol, teremos que conviver com árbitros ruins, comentaristas de arbitragem piores ainda, e o mais grave de tudo…nós pagamos para ver isso… Abraço

Comentário de Charles — 01/31/08 @ 7:11

Quando o assunto é eltrônica na arbitragem do futebol, sou extremista. A FAVOR!!!!! O Wrighr foi um árbitro ruim.

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 15:09

 
 

Fala, Birner. Finalmente, alguém que fala isso. É absolutamente insuportável essa mania dos brasileiros. Os atletas se jogam o tempo inteiro e os árbitros apitam só para fazer média, mesmo sabendo que não foi nada. Para completar, os comentaristas de arbitragem (essa estúpida invenção - mais uma - da Globo) dão seu aval, como se fossem a voz da autoridade, e não ex-árbitros medíocres. Abraço.

Comentário de Noruega — 01/31/08 @ 7:25

Os árbitros não estão nem aí para a verdade do jogo.

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 16:39

 
 

E o São Paulo não vai entrar com uma representação contra o árbitro de ontem? Não vão ter um novo chilique só porque anharam?

Comentário de Blefe — 01/31/08 @ 7:54

 

Chegamos ao ponto absurdo, dos próprios jogadores dizerem que adotam posturas diferentes em jogos locais e em jogos internacionais, devido ao tipo de arbitragem.

Árbitro brasileiro é ruim, preguiçoso e comodista. Coluna-do-meio. E alguns, ladrões sem vergonha, como o Sálvio Corinthians que no último domingo, garfou o SPFC, descaradamente.

É absolutamente inconcebível, que um clube traga para o nosso pobre futebol, vendedor de talentos cada vez mais precoces, um dos maiores nomes do futebol mundial. Atração total, artilheiro de primeiríssima linha e, quando o figurão mostra toda a sua qualidade, todo o seu talento para marcar um gol diferente da mesmice que se vê por aqui, um irresponsável, estúpido, burro, cego de olhos e de alma, simplesmente empobrece o espetáculo, anulando o tento por supor que houve uma infração absolutamente inexistente.

Para piorar, vem o “coroné” que comanda a arbitragem e diz que o lance era interpretativo. Ou seja, abraça o criminoso e propaga: São direitos humanos. Não podemos culpa-lo. Ele interpretou de forma diferente que todos os demais mortais (neutros e isentos).

Seria melhor o “coroné” levar o Sálvio Corinthians para a PM, dar-lhe uma farda, coturno, arma, etc, e botar o melindroso para caçar bandidos, enfrentar quadrilhas. Aí sim, ele veria o que é falta, o que é infração. Seria um bem para o futebol, a ausência do estúpido apitador. O primeiro aliás, que o “coroné” faria ao futebol brasileiro e mundial.

Comentário de Luiz Antonio — 01/31/08 @ 7:57

Grande abraço!!!!!!!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 16:40

 
 

Concordo, não existe esperanças de melhoras, mas não só por causa das pessoas que administram o esporte, mas tbm pq são os arbitros que provocam a tão defendida polêmica no futebol a ponto de todos as emissoras de tv ou rádio terem um comentarista especializado em arbitragem…acho que não seria nem interessante para a mídia a melhora…
Como esporte seria ótimo, como negócio seria terrível.
abs

Comentário de Lk — 01/31/08 @ 8:17

Os árbitros brasileiros vivem no futebol fora do real.

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 16:44

 
 

Concordo, e espero que o criterio adotado pelo arbitro da partida de ontem entre Corinthians e Sertãozinho, quando expulsou o Perdigão, seja adotado em todas as partidas. O arbitro não tem que interpetrar faltas nem tem que administrar cartões. Tem apenas que aplicar a regra, só espero que seja pra todos com igualdade e justiça. Taí Birner uma boa cobrança pra voce fazer em cima dos arbitros nos jogos futuros, comparando o criterio de uns com outros. Um abraço.

Comentário de Luiz Zoldan — 01/31/08 @ 8:22

Critério para árbitro ébobagem. Existem, no mundo deles, conveniências e interesses.

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 17:13

 
 

Birner, concordo que a profissionalização seria o melhor caminho. Acho que não há dúvidas quanto a isso. Mas é bom ponderar que os árbitros profissionais não estarão livres da corrupção e da politicagem barata (como acontece em todos os setores da economia). Interesses também estarão em jogo no caso de árbitros que vendam seus serviços, como, por exemplo, favorecer times grandes para conseguir contratos melhores…
Grande abraço.

Comentário de Fernando Travaglini — 01/31/08 @ 8:32

Fernando, perfeito, mas acho que o problema diminuiria.

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 17:14

 
 

Nada mais normal que subir pra cabecear espancando os zagueiros em volta. Futebol é jogo de contato…

Comentário de Marcos Fritsch — 01/31/08 @ 8:34

Em regra, o zagueiro bate mais que apanha.

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 17:15

 
 

Birner,
Sugestionado? O árbitro não viu a falta do Adriano no zagueiro. Com o braço esquerdo puxou o zagueiro pelo ombro, antecipando-se e cabeceando a bola.
Parece fundamento do jôgo!

Comentário de Carlos China — 01/31/08 @ 8:48

 

Por que o SPFC não contrata o Wanderlei Silva, astro do MMA? Cairia como uma luva, já que o negócio é derrubar todo mundo.

Comentário de Luiz Souza — 01/31/08 @ 8:53

 

Pior é que os arbitros “escolheram” o SP como vítima.

Ontem foram 2 penaltis não marcados.
Mais uma vez, um lance absurdo no Dagoberto não marcado, sorte que na sobra, o SP fez o gol.

Vamos ver como as coisas vão ficar…..pq misteriosamente o SP tem sido escandalosamente prejudicado neste campeonato paulista.

Comentário de Alexandre — 01/31/08 @ 8:56

Alexandro, acompanho com muita atenção a arbitragem faz décadas. Sei muito bem quem perdeu e quem lucrou mais com os erros dos árbitros. O São Paulo, com ceretza, não é o que mais teve ajuda dos árbitros.

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 17:21

 
 

Concordo plenamente com o Muricy. Aqui os ábitros não deixam o jogo andar. Não acho que a profissionalização irá melhorar, pois o problema é outro. Penso que só no Brasil exista o tal comentarista de arbitragem, que ficam procurando pelo em ovo em trocentas câmeras. Vocês já viram, por exemplo, uma transmissão do SPORTV, com o Milton Leite ou Jota Júnior e o Maurício Noriega, a quantidade de faltas que eles marcam nas partidas, é brincadeira. Com todo este patrulhamento os árbitros se sentem acuados e marcam tudo, para não serem criticados. Hoje que todos os jogos são mostradaos pela Televisão a coisa está cada vez pior. Quando um árbitro deixa a coisa correr é logo criticado pelos Godoi’s da vida e pelos narradores e comentaristas. Acho que não tem jeito.

Comentário de Maurício — 01/31/08 @ 8:57

Os árbitros não são confiáveis. Tem que ficar em cima mesmo, mas não pode haver injustiças.

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 17:22

 
 

Tenha fé Birner, o MARCIO REZENDE pediu desculpas pelo titulo que ele ofertou ao corinthians em 2005?, e o arbitro que assoprou o jogo são paulo x corinthians, não é profissional e sim amador, casado x solteiro com ele assoprando, pode até tomar ums catiripapos. abraços.

Comentário de jose cicero — 01/31/08 @ 9:13

 

CONCORDO PLENAMENTE, O FUTEBOL BRASILEIRO ESTA MUITO “AFRESCALHADO” E ISSO TB É CULPA DOS JOGADORES QUE FICAM SE JOGANDO, COMO O CAIDIVIA DOS PORCOS, VC´S VIRAM O ÚLTIMO PENALTI NELE? NÃO FOI NADA E ELE(A) FEZ O MAIOR DRAMA E O PIOR É QUE O JUIZ DEU?

Comentário de JR TRI MUNDIAL — 01/31/08 @ 9:19

Não foi pênalti.

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 17:23

 
 

Se isto já existisse no Brasil o Brasileiro de 2007 com certeza teria outros resultados.

Comentário de Marcelo Firmiano — 01/31/08 @ 9:19

E o mesmo campeão, ao contrário de 2005, da Libertadores de 94, do paulista de 88… posso fazer uma lista enorme. O melhor levantou a taça. Melhor, com sobras.

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 17:25

 
 

É uma ideia interessante, mas tenho medo de criar um sindicatão de arbitros, que por mais éticos que fossem se transformariam em uma espécie de FIFA paralela, pois de certa forma passariam a ter grande influencia sobre o esporte.

Ainda acho que a inclusão de alguns apetrechos eletronicos seriam igualmente validos.

Comentário de Marcello — 01/31/08 @ 9:53

Diria que são fundamentais e não “apenas”válidos. Eletrônica na arbitrajem, já!

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 17:31

 
 

Birner, concordo com suas sugestões que além de coerentes são quase óbvias. É como você escreveu, as pessoas que administram o esporte hoje tiram qualquer esperança, de tão atrasado que ficou o futebol nacional. Vergonhoso.

Comentário de Snow — 01/31/08 @ 10:05

Pena que a obviedade no futebol seja pouco óbvia.

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 17:32

 
 

É Vitor, como seria bom se essas suas sugestões fosse ouvidas, analisadas e implementadas. É duro saber que temos a faca e o queijo na mão para termos Campeonatos iguais ou melhores que os europeus! Idéias não faltam para isso, faltam somente boa vontade, visão e idoneidade aos que controlam nosso futebol.

Comentário de Guilhermo — 01/31/08 @ 10:08

E não é só com a arbitragem. A qualidade e quantidade dos jogadores, a cultura festiva do brasileiro, a atençào que o produto futebol atrai…mas tem a porcaria da cartolagem!

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 17:34

 
 

Vitor,
Vendo o jogo de ontem cheguei a conclusão que o problema do São Paulo é a lateal direita. Com a saída do Breno e o Alex Silva afastado o Muricy “entortou” o time todo para tentar (e até agora não conseguir) arrumar o lado direito. O Joilson claramente não é nem nunca vai ser lateral. Ele quase sempre fecha na diagonal nunca vai ao fundo, não cruza e marca mal. O Muricy sacrificou o Richarlysson colocando-o na lateral para que ele feche como zagueiro quando o André Dias aparecer como lateral direito (ontem aparece muitas vezes, até na frente fazendo cruzamento). Nesses casos o Richarlysson vira zagueiro com o Miranda e o Fabio Santos ajudando os dois. O grande problema é que com isso ele prejudica todo o time pois coloca o Richarlysson e o JW em posições que eles não rendem tanto e o time fica muito previsivel, sem nenhuma jogada, já que o lado esquerdo fica prejudicado, o meio perde em marcação e o time todo acaba sem criar nada, jogando basicamente cruzando bolas para o Adriano de qualquer lugar do campo.
Acho que com a volta do Alex Silva o time se arrumaria novamente, como no ano passado, com o Hernanes fazendo a função do Lenadro, com mais qualidade, o que pode fazer com que o time fique melhor do que o do ano passado.
De imediato eu colocaria o Reasco e sacaria o Hugo que até hoje não mostrou ao que veio, colocando o Joilson no meio pra ver se ele rende, ou o Carlos Alberto quando estiver em condições. Além disso inverteria o JW com o Richarlysson, assim o time poderia jogar mais parecido com o do ano passado, o que você acha?
Um abraço,
Fe.

Comentário de Fe — 01/31/08 @ 10:10

O Hugo não pode jogar em time que deseja ser campeão da Libertadores. A direita está dramática. Eu também preparaia o reasco. É lateral, conhece a Libertadores…

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 17:35

 
 

Ta chato, muito chato assistir jogos de times brasileiros, é ver qualquer jogo e passar raiva, a qualidade dos jogadores já é baixa e os arbitros só pioram. Agora uma coisa é certa, o Murici não invetou a lampada, isso não é novidade nenhuma, tem pelo menos uns 3 anos que esta tendência de “Arbitragem politica” segurando o jogo no meio de campo esta acabando com a graça do futebol. A questão é saber quem ganha com isso?

Comentário de Kaio — 01/31/08 @ 10:11

kaio, perfeito. Qual é a dúvida sobre quem ganha?

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 17:37

 
 

Birner, o PVC disse q o Fred não virá? Procede? Quais os meias q o SP tá procurando, vc tem alguma informação pra passar?
Abraço

Comentário de Márcio — 01/31/08 @ 10:12

 

Vitor,lembro-me da grande batalha empreendida por Tele Santana contra a arbitragem brasileira, E a perseguiçao que ele recebeu da corporação pela sua luta.Além dos critérios obtusos de apito,ainda temos os famosos comentaristas de arbitragem(coisa mais inútil não vi) que ficam analisando imagem e muitas vezes brigando com elas pra manter sua opinião. O árbitro brasileiro apita ao sabor da ocasião.Se a situação exige que o time grande ganhe, lá vai ele apitando tudo contra o time pequeno. Se o time da casa (seja grande ou pequeno) é o escolhido, tome arbitragem caseira.E quando o jogo é difícil, tome apito em todas as esbarradas que é pra não correr riscos.

Comentário de fernando rocha — 01/31/08 @ 10:23

Abraço!!!!!!!!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 17:40

 
 

Como assim “apitam tudo”?

E os dois pênaltis não marcados ontem? O primeiro foi mais falado e o segundo soh passou batido porque o Jorge Wagner fez o favor de consertar, senão ia pra lista também junto com o gol anulado do Adriano e do outro pênalti clarissimo sobre Dagoberto contra o Corinthians…

ontem, o juiz nem sequer fez menção de que ia marcar a falta dentro da àrea sobre o mesmo Dagoberto. Não acho que isso deva passar batido soh porque o São Paulo ganhou…

Jà começo a elocubrar uma teoria da conspiração…

abraços

Comentário de Tito — 01/31/08 @ 10:44

 

A profissão de arbitro de Futebol é igual a qualquer outra profissão. Deve-se cobrar da mesma maneira e para isso é preciso que eles sejam tratados como profissionais. Faculdade, graduação adequada, salário adequado e cobrança devida. Só assim eles serão respeitados como profissinais e não questionados como amadores.

Comentário de Marcos Alberto Pera Jr — 01/31/08 @ 10:46

fala Pera!!!!!!!!
Não acho que faculdade seja vital. Segundo grau basta.

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 17:41

 
 

Desculpe falar de um assunto sem conexão com seu post, mas o que foi aquilo com o Fábio Costa?

eu sempre tive uma imagem do Fábio Costa como um encrenqueiro, desestabilizador de equipes, mas achei que poderia ser só uma impressão errada. Acho que não estava errada, né?

ele até é talentoso, mas dá tantas dores de cabeça pros times que o contratam que fico imaginando para onde ele irá se sair do Santos. O que vc acha, Vítor?

beijocas!!!!!!!!!!!!!

Comentário de Cris Sato — 01/31/08 @ 10:55

 

Vitor!!!!! trabalhando muito, hein?
agora que reparei no horário que vc postou!!!

beijos

Comentário de Cris Sato — 01/31/08 @ 11:04

Cris, todas as madrugadas!!!!! Tô dormindo duas hoiras e meia por dia. O Fábio, respondendo o outro comentário, é meio estourado e as brigas com Leão já têm algum tempo.

Beijo

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 17:43

 
 

Vitor

Gosto muito do Futebol Inglês justamente porque a arbitragem deixa o jogo rolar.

No Brasil acho que o jogo não flui. Os contra-ataques estão acabando.

Na inglaterra, Cristiano Ronaldo é a arma do contra ataque do Manchestar.

Na itália, Kaká arma todas as arrancadas do Milan.

No Brasil, Valdivia, Dagaboerto, Acosta, não conseguem armar nada, pois sempre é marcada uma falta em cima deles.

Enquanto a arbitragem não muda, os jodos estão ficando mais chatos e monótonos.

Abraço Vitor.

Comentário de Gentil Neto — 01/31/08 @ 11:10

 

Pára com essa bobagem de falar mal das arbitragens … todo cronista esportivo tem obrigacao de falar mal do juiz … é incrível que isso aconteça com os jornalistas de qualquer nível intelectual! Cansei de ouvir idiotices completas como profissionalizar a arbitragem e que tais … como se o jogo fosse mudar. Já descobri uma pista, mas mesmo assim nao explica tudo: toda vez que o Sao Paulo perde, os cronistas paulistas dizem que o juiz fez, aconteceu, etc. O JOGO É DA BOLA !!!!! O Ceni sempre falha e o culpado é o juiz, o Aloisio é craque, e o culpado é o juiz. Conselho: olha o jogo e esquece o juiz. Logo você vai descobrir que os erros de arbitragem sao mínimos e os times sempre têm 90 minutos para fazer o gol que precisa e deseja. Se nao conseguir, é incopentencia dos jogadores e nao do juiz. Desculpe o termo, mas chega de bbquice.
abraço

Comentário de Raja — 01/31/08 @ 11:44

raja, flamenguista roxo, se começar a defender os árbitros vai ter gente achando que tem pessoas a favor da manutenção da situação, pois alguns times são fortes na CBF ( heeeee!).

Abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 17:48

 
 

Por acaso você assistiu o comercial da CBN, apresentado pelo Juca.

It´s All

Comentário de Ivo — 01/31/08 @ 12:53

 

e o são paulo continua sendo assaltado, é o time mais roubado do pulista, enquanto não entregarem a taça para palmerdas ou curnthia não ficaram satisfeitos.

Comentário de Lucas — 01/31/08 @ 12:54

 

Olha, a coisa está feia para o SP, não vamos esquecer o que aconteceu só porque o tricolor se superou e venceu até o árbitro.Pênalte em Adriano no primeiro tempo e novamente no Dagoberto no segundo.a arbitragem está sendo tendenciosa sim, sistematicamente contra o São Paulo, em duas partidas foram roubados um gol e três pênaltes, isso uma hora vai fazer falta, é um complô sim, o ministério público tem que investigar. O post é sobre a questão de que o futebol brasileiro está se tornando um esporte para freiras, mas não é verdade, o Adriano faz um gol normal e é anulado, contra ele é feito um pênalte escandaloso e não se marca nada.O Dagoberto sofre um pênalte (ou dois) por partida e não são marcados.Isso não é má arbitragem, é fábrica de resultados.Olho vivo nas arbitragens!!!

Comentário de Marcio — 01/31/08 @ 13:51

 

Quem foi o árbitro que expulsou o Cesar e o Ratinho aos 2 e 11 minutos do primeiro tempo, por entradas muito menos violentas que a do Richarlyson no último jogo? Ali, nenhum são paulino reclamou que aqui se apita tudo! É ou não é? Ali quiseram ajudar a quem? Pior que nem assim ganharam o jogo! Agora as comadres (cronistas inclusos)estão roendo as unhas, indignadas? Ora, francamente…

Comentário de carlos alberto — 01/31/08 @ 14:14

 

chore bastante

Comentário de Joannis — 01/31/08 @ 14:17

 

Com todo respeito, Victor.

Acompanho e admiro seu trabalho na Radio CBN. Mais ainda o fato de se assumir São Paulino. Mas, essa enquete aí no seu blog é uma grande brincadeira…

Querer comparar Rogério Ceni com Zico é demais…

Vá ser São Paulino la longe.

Ainda ha tempo pra retirar essa insanidade do ar, ou numa boa saída, muda-la… Pode comparar o Ceni com outros goleiros… Taffarel, Dida, Gilmar dos Santos Neves, Leão, Valdir Peres (frangueiríssimo), Raul, etc…

Mas, comparar o marketeiro goleiro tricolor com craques que levaram multidões aos estádios por anos é demais…

Sucesso!

Comentário de Léo Pereira — 01/31/08 @ 14:22

 

Outro exemplo: o cartão amarelo do Miranda, no pênalti para o Rio Claro, não seria motivo de cartão amarelo aqui na Europa. Foi pênalti, ponto. A arbitragem é ,sim, chatinha. E adorei a sugestão do ambiente acadêmico. abs

Comentário de Gustavo Villani — 01/31/08 @ 14:37

 

no papel e tudo “simples” quem vai tirar o vinculo desses juizes das federaçoes????????? essa teoria e`
IMPOSSIVEL, PONTO. o que tem q ter agora e depende da imprensa q quer mudança e PRESSAO para as mudanças e no caso dos juizes tbem PRESSAO para APITAR P O U C A S faltas, a imprensa responsavel deveria esquecer lançes “polemicos”
valter

Comentário de valter — 01/31/08 @ 14:50

 

Uma boa contribuição para acabar com essas “arbitrariedades” bem brasileiras, seria eliminar sumariamente das transmissões esportivas os FAMIGERADOS “analistas” de arbitragens (na verdade ex-árbitros aposentados). Eles não contribuem com absolutamente nada, ao contrário se comportam como se fossem autoridades em arbitragens. Coisa que estão bem longe de serem.

Comentário de Loy — 01/31/08 @ 14:54

 

A coisa mais absurda do mundo é observar os são paulinos reclamarem da arbitragem. Logo eles que se beneficiaram enormemente nos dois últimos campeonatos brasileiros. Parte do sucesso do Sâo Paulo advém do bom relacionamente de sua diretoria com a CBF o que lhe garantiu a atuação quase escandalosa dos árbitros a seu favor, fato nojentamente ignorado pela imprensa futebolística paulistana. É lamentável!!!
São Paulo se posar de vítima é a mesma coisa que um torturador propagandear a ética dos direitos humanos. Em outras palavras, isto é uma tremenda CARA-DE-PAU!!!!!!!!!!!
Obrigado, Birner, pelo espaço

Comentário de futimao — 01/31/08 @ 15:23

 

Tenho de discordar disso, acho que ocorrem realmente as 20, 30 faltas por jogo por time aqui e lá também, mas se eles não dão probelma e deles.
Acho que um grande fator que gera esta discussão e definir se falta faz parte do jogo ou não e qual é o nivel de contato a ser tolerado.
Primeiro a falta NÃO faz parte do jogo, ao contrário ela representa uma infração as regras do jogo, (alias uma coisa que me irrita profundamentes é ver treinador até comentáristas dizendo, ele devia ter feito a falta no meio de campo, etc, lembro do caso de um jogo Santos e Corinthians que o gil deu uma volta no zagueiro, cruzou a bola e o Ricardinho fez o gol, a primeira coisa que ouvimos foi, se ele tivesse feito a falta, ele fez o que é correto praticou o futebol tentou roubar a bola e foi driblado, isso sim faz parte do jogo a técnica sobresaindo) agora o que é preciso e saber qual é o nivel de contato tolerado, ex. um tranco lateral quando os dois jogadores estão preparados podemos achar normal agora o mesmo tranco por trás ou mesmo lateral quando um jogador não esta preparado para a carga (muito comum num tiro de meta, etc) deve ser anotado falta sim. Essa é uma grande diferença, lá fora eles são mais ” leais ” procurando evitar contatos sem preparo por ambas as partes, mas sempre jogando forte.
No brasil realmente temos muitos cai-cais, e estes devem ser punidos, porque também cometem o anti-jogo alias acho que devemos punir cada vez mais, com limites de faltas, suspensão durante o jogo como no handeibol, etc.
Precisamos proteger o real futebol e não apenas a força e o preparo.

Comentário de Tiago — 01/31/08 @ 15:27

 

Muito importante isso ser levantado para discussão. Onde ja se viu o jagador encosta no outro e é falta, ja dissetam muitas e muitas vezes que FUTEBOL É UM ESPORTE DE CONTATO.
Agora a pior coisa que existe é a falta de critério, se o jogador esta ATACANDO e encosta no outro é falta, agora se o zaqgueiro encosta nesse mesmo jogador não é falta, sabe porque, pois haverá PERIGO DE GOL, os juizes tem medo que saia um GOL e que eles sejam CULPADOS pela imprensa.
Outro ponto importante é também a falta de critério da imprensa. Se o juiz tivesse dado o gol do adriano contra o corintians, todos falariam que eh um absurdo e que foi falta, mas como não marcou eles dizem que não foi falta. OS jornalistas acreditam que quando eles contrariam alguém é que eles demonstram ser bons, e não quando eles falam o que realmente pensam, a imprensa esportiva brasileira é outra catastrofe.
ATT, Rafael

Comentário de Rafael Vieira — 01/31/08 @ 15:39

 

VITOR..O VALDIVIA É O CAÍCO CHILENO.. MESMA POSE, MESMO DRIBLE SEM FUTURO, MESMO CAI CAI.

Comentário de fernando rocha — 01/31/08 @ 16:33

 

Esse bando de gente criticando, metendo o pau na denúncia que desmascarou a mentira dita pela diretoria do Palmeiras. Cada vez mais fico enojado, mas entendo por que o Brasil é o país da impunibilidade. Só tem ignorante morando aqui. Se isso vazesse num país sério já estariam, no mínimo, uns 5 diretores afastados. Pra não dizer mais.

Comentário de Bruno Erse — 01/31/08 @ 17:10

 

Falou tudo, Birner! Aqui eles apitam demais porque são covardes! Ficam parando o jogo a toda hora e esse é um dos motivos pelos quais o número de faltas no Brasil é recorde mundial! Agora, tem também outra faceta da arbitragem brasileira que é bem interessante: como os juízes gostam de “marcar” jogadores e não apitam nada quando a jogada é em cima deles. O que está acontecendo com o Valdivia e agora com o Dagoberto é brincadeira! O chileno leva porrada em cima de porrada todo jogo! Tá certo que ele é chato pra caramba, mas em vez de implicarem com ele, por que os árbitros não punem os kras q fazem as insistentes faltas? Agora o Dagoberto tá marcado tb. Ele tb é um jogador q se atira demais no chão, faz muito teatro. Mas isso não é motivo pro juizão deixar de dar um pênalti como o de ontem (escandaloso! Sorte do juiz q saiu o gol na seqüência!) ou aquele cometido pelo Chicão no domingo! Quanto a este último, tenho certeza que o Sálvio apitou o pênalti (aquele sopro forte, característico de quem está marcando a penalidade máxima) e quando viu que era o Dago baixou uma certa dúvida, amarelou e apontou o braço pro outro lado! Ele nunca vai admitir isso, mas que aconteceu, aconteceu! Já é hora de advertir pra esse fato, porque uma hora dessas pode acontecer em jogo decisivo…

Comentário de Serginho Laurindo — 01/31/08 @ 17:14

 

o pior é que qnd é violencia de fato, fala-se em frescura de quem a sofre, mas contato normal não, esse contato não pode. tudo em nome da conveniência. bando de ratos, como podemos ficar na mão dessa laia?

Comentário de davi — 01/31/08 @ 17:24

 

Murici que se diz aluno de TeleSantana, esta se mostrando um discipulo de Vanderlei Luxemburgo, é um chato de galocha, um mala sem alça…..Reclama do arbitro quando perde ou empata e ironiza nas vitorias garfadas, um chato.

Comentário de AMBROSIO — 01/31/08 @ 20:36

 

Acho incrível como o simples contato da mão no jogador adversário e este se jogando ao chão de forma teatral seja falta. O Aloisio é um exemplo disso. Ele é um verdadeiro touro no que diz respeito a força física, mas basta um simples encosto de mão para ele cair. Dúvido que se eu desse um soco no queixo dele ele fosse sequer se mexer.
Acho que para acabar com isso a atitude tem de partir dos árbitros, passar pelos jogadores, pela imprensa (acabando com estes comentaristas inúteis).

Comentário de Mauricio Kubik — 01/31/08 @ 21:17

 

Concordo plenamente com você sobre a arbitragem brasileira, e acho que alguns locutores e comentaristas de tv também colaboram para esta situação. Qualquer encostão o cara fala que é falta, um carrinho na bola é falta pra expulsão e o antijogo(por exemplo: cair no gramado na hora de ser substituido)não é criticado com a veemência que deveria.Penso muito parecido com você sobre futebol e também adoro o campeonato inglês. Um grande abraço!

Comentário de Miguel Halabi Filho — 01/31/08 @ 22:17

Miguel, como contribuem. tem que pegar no pé sem sensacionalismo e injustiças. Num jogo, o cara não dá cartão quando puxam a camisa pelas costas. No outro, dá. Não pode!!!! Ña verdade, não poderia ter diferença nos critérios em todo futebol, quanto mais no mesmo campeonato e absurdo, quando o mesmo sujeito apita jogos diferentes. A Premier League é de longe o melhor campeonato nacional do mundo. A té a FA CUP é bem melhor que a maioria das competições nacionais. O clima dos jogos, entrega dos atletas e torcedores são únicos. Além da qualidade do futebol em campo. Rápido, técnico, sem frescuras…
Forte abraço!

Comentário de Vitor Birner — 02/01/08 @ 19:10

 
 

Até que enfim começou a dar a lógica neste sua enquete. Mesmo que seja um absurdo indescritível Rogério Ceni ficar a frente de Ronaldo e Romário. Pelo menos reconhecem que na frente do Zico já seria o cúmulo da imparcialidade clubística. Birner, me responda. Como goleiro, eu digo goleiro mesmo, vc acha que RC é melhor do que foi Taffarel???

Comentário de Ricardo Curado — 01/31/08 @ 22:57

 

Eu concordo com quase tudo, com o que você explanou, porém, acho que a arbitargem européia, é light de + e tendenciosa, pois, conversam muito com os jogadores, ignoram faltas escandalosas, não cumprim as determinações da FIFA, isto é, lances de vermelho direto, quando tem cartão é só amarelo.

Victor, o Murici dá pouca atenção para as divisões de base do S.P.F.C, acredito que o São Paulo tem uma mini-seleção doméstica do Brasil, e ele quer mais, tem um garoto chamado LÉO GONÇALVES, que ninguém comenta, mas eu venho ele como sendo muito melhor que o Sérgio Motta, pois, é talentoso e parece ter a personalidade que falta ao Sérgio Motta.

Comentário de Cézar Sanches de Barros — 02/01/08 @ 1:34

 

Birner, qual a influência q vc acredita existir nesta questão do apito o papel deste “comentaristas de arbitragem” da tv. Sempre pregando o “controle do jogo”, o “respeito à autoridade”, “rigidez com a regra” eteceteras tão comuns nos anos de chumbo.
Abs, Tiago.

Comentário de Tiago Ripa — 02/01/08 @ 9:43

 

DEBATE SOBRE O CONTROLE DA CRONOMETRAGEM

Os árbitros atualmente tem muito poder sobre a partida e isso não raras vezes interfere no seu resultado.

Um item que aqui destacamos é a cronometragem do tempo de jogo. Tempo, que é uma questão objetiva, em futebol transforma-se em subjetiva, pois as prorrogações, sempre em minutos redondos (1, 2, 3, 4 … minutos), são determinadas pelo juiz de forma empírica e sem correlação direta com os acontecimentos específicos daquele jogo. Além disso, o tempo concedido é sempre, e com razão, um ponto de polêmica entre torcedores, comentaristas e dirigentes.

A sugestão é adotar-se o critério do tempo jogado (bola rolando), que deverá ser inferior ao tempo subjetivo atualmente adotado (45 minutos por tempo). Por exemplo, cada tempo teria 40 ou 35 minutos de jogo, bola rolando, não sendo computado o tempo de jogo parado.

O controle desse tempo deverá ficar a cargo de uma mesa, como ocorre com o basquete e o futebol de salão. Encerrado o tempo de jogo, estando a bola em movimento, apenas aguardar-se-á a conclusão do seu percurso, sem tocar em qualquer jogador, para o fim do jogo.

A adoção do aqui proposto, além de outras vantagens, permitirá ao árbitro melhor dedicar-se exclusivamente à arbitragem do jogo, sem qualquer preocupação com a cronometragem.

Escrito por drehem às 06h28 [(5) COMENTÁRIOS] [envie esta mensagem] [link]

10/03/2008

DEBATE SOBRE A EXTINÇÃO DO EMPATE NO FUTEBOL

Tencionando provocar o debate sobre a questão, a idéia é a extinção do empate no futebol, a exemplo do praticado em outras modalidades esportivas como vôlei e tênis, aumentando assim a emoção do jogo.

Nas partidas concluídas com empate em gols, seriam usados outros critérios de avaliação de desempenho, dando um enfoque mais moderno à questão, conforme abaixo:

1. Bolas na trave

A equipe que tiver mais bolas na trave a seu favor vence o jogo.
Colocar a bola na trave é mais difícil, em termos de probabilidade, do que fazer o gol. A adoção desse critério valorizaria algo que emociona as torcidas, faz corações dispararem e sofrerem, entretanto não tem qualquer valor prático. O critério de desempate por bola na trave transformará o que hoje é entendido como infortúnio, em sorte, fazendo valer o justo raciocínio de que bola na trave pode ser meio gol.

2. Escanteios

Na hipótese de empate no critério de bolas na trave, parte-se para o segundo critério: a equipe que tiver mais escanteios a seu favor vence o jogo.
Os escanteios a favor de uma equipe são um sintoma de que a mesma está atacando, chutando em gol, empenhando-se para ganhar a partida. Ao contrário da equipe que está na defensiva, tentando evitar os gols do adversário.

3. Faltas

Ocorrendo também empate em número de escanteios, parte-se para o critério de faltas.
A equipe que tiver mais faltas a seu favor vence o jogo.
O número de faltas cometidas é sintomático de uma equipe que, inferiorizada tecnicamente, paralisa o jogo, cometendo infrações e tornando-o de inferior qualidade, ou seja, praticando o anti-jogo.

4. Pênaltis

Finalmente, permanecendo também o empate no número de faltas, o jogo seria definido por cobrança de pênaltis, na forma atualmente adotada.
Raríssimas partidas seriam desempatadas pelo critério dos pênaltis. Esse critério é considerado pela maioria dos técnicos, jogadores, torcedores e comentaristas como uma verdadeira loteria, prevalecendo a sorte sobre o talento e merecimentos da equipe. Como proposto, somente ocorreria a disputa de pênaltis na hipótese de empate em gols, escanteios e faltas, circunstância que confirmaria com muita precisão a igualdade das performances das duas equipes. Poder-se-ia até imaginar a decisão na moeda (cara/coroa) em substituição aos pênaltis.

PONTUAÇÃO

A pontuação sugerida é a seguinte:
Vitória normal (por gols) : 3 pontos
Vitória por critério de desempate : 2 pontos

Como conseqüência, desapareceria o 1 ponto correspondente ao empate.

Comentário de http://ds.rehem.zip.net/ — 05/19/08 @ 21:49

 

DEBATE SOBRE A EXTINÇÃO DO EMPATE NO FUTEBOL

Tencionando provocar o debate sobre a questão, a idéia é a extinção do empate no futebol, a exemplo do praticado em outras modalidades esportivas como vôlei e tênis, aumentando assim a emoção do jogo.

Nas partidas concluídas com empate em gols, seriam usados outros critérios de avaliação de desempenho, dando um enfoque mais moderno à questão, conforme abaixo:

1. Bolas na trave

A equipe que tiver mais bolas na trave a seu favor vence o jogo.
Colocar a bola na trave é mais difícil, em termos de probabilidade, do que fazer o gol. A adoção desse critério valorizaria algo que emociona as torcidas, faz corações dispararem e sofrerem, entretanto não tem qualquer valor prático. O critério de desempate por bola na trave transformará o que hoje é entendido como infortúnio, em sorte, fazendo valer o justo raciocínio de que bola na trave pode ser meio gol.

2. Escanteios

Na hipótese de empate no critério de bolas na trave, parte-se para o segundo critério: a equipe que tiver mais escanteios a seu favor vence o jogo.
Os escanteios a favor de uma equipe são um sintoma de que a mesma está atacando, chutando em gol, empenhando-se para ganhar a partida. Ao contrário da equipe que está na defensiva, tentando evitar os gols do adversário.

3. Faltas

Ocorrendo também empate em número de escanteios, parte-se para o critério de faltas.
A equipe que tiver mais faltas a seu favor vence o jogo.
O número de faltas cometidas é sintomático de uma equipe que, inferiorizada tecnicamente, paralisa o jogo, cometendo infrações e tornando-o de inferior qualidade, ou seja, praticando o anti-jogo.

4. Pênaltis

Finalmente, permanecendo também o empate no número de faltas, o jogo seria definido por cobrança de pênaltis, na forma atualmente adotada.
Raríssimas partidas seriam desempatadas pelo critério dos pênaltis. Esse critério é considerado pela maioria dos técnicos, jogadores, torcedores e comentaristas como uma verdadeira loteria, prevalecendo a sorte sobre o talento e merecimentos da equipe. Como proposto, somente ocorreria a disputa de pênaltis na hipótese de empate em gols, escanteios e faltas, circunstância que confirmaria com muita precisão a igualdade das performances das duas equipes. Poder-se-ia até imaginar a decisão na moeda (cara/coroa) em substituição aos pênaltis.

PONTUAÇÃO

A pontuação sugerida é a seguinte:
Vitória normal (por gols) : 3 pontos
Vitória por critério de desempate : 2 pontos

Como conseqüência, desapareceria o 1 ponto correspondente ao empate.

Comentário de http://ds.rehem.zip.net/ — 05/19/08 @ 21:50

 

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